Categoria: Brasil

TROPA EM ORDEM UNIDA NA INTERNET

Os apoiadores da candidatura de Fernando Haddad (PT) sabem que, estando corretos os números das pesquisas, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no dia 28 é praticamente garantida. Só um fato novo de muita relevância, um escândalo de grandes proporções, poderia mudar essa tendência ou, ao menos, comprometer o governo eleito após a posse no ano que vem. Para isso a turma aposta todas as fichas no assunto da reportagem publicada pela Folha de São Paulo, levantando a suspeita de que empresários estariam bancando a campanha de Bolsonaro pelo Whatsapp, o que violaria a lei eleitoral, por ser doação não declarada.

A partir da publicação da matéria, a militância entrou em campo e trabalha forte nas redes sociais para reverberar a suposta denúncia. O candidato Fernando Haddad chegou a publicar no Twitter que ele e Ciro Gomes é que deveriam estar disputando o segundo turno.

A vice na chapa do PT, Manuela D´ávila, também se manifestou, atacando o uso de fake news e o financiamento da disseminação dessas notícias falsas, na campanha de Bolsonaro.

 

Não demorou muito para que uma legião de militantes, artistas, jornalistas e influenciadores digitais aderissem à campanha e espalhassem as hashtags #Caixa2doBolsonaro e #CassaçãoDoBolsonaro.

 

 

Hoje pela manhã, a guerra no Twitter ficou acirrada porque a tropa bolsonarista também entrou em ação, publicando mensagens com a intenção de provar o caráter espontâneo do apoio ao candidato do PSL. As hashtags #MarqueteirosDoJair, #VimdeGraça e #FolhaFakeNews (reagindo à denúncia da Folha) foram multiplicadas por milhares de internautas em poucas horas.

 

 

No fim da manhã de hoje, a disputa entre as militâncias atingiu o topo dos trend topics do Twitter como os assuntos mais comentados.

Um dos comentaristas de política do Grupo Aratu, Matheus Carvalho, diz que não há santos nessa história. “Em 2010 e 2014, o PT criou uma máquina de disseminação de notícias falsas e ataques aos adversários através das redes sociais. Este ano, enfrentou uma concorrência que utilizou os mesmos métodos sujos”. E deixou um conselho para os eleitores. “Se você tem dúvida se uma notícia, meme, vídeo ou texto é falso ou verdadeiro, consulte o Aratu Online. Fomos o primeiro veículo da Bahia e um dos primeiros do Brasil a fechar esse compromisso contra a fake news”.

ALCKMIN EM RECESSO FORÇADO

Geraldo Alckmin (PSDB) estava bem atuante nas redes sociais, enquanto ainda disputava a presidência da República. Publicava uma média de 20 postagens no Twitter todos os dias. Também era o candidato com o maior tempo de TV e a maior coligação. Nada disso ajudou muito e o tucano terminou o primeiro turno com menos de 5% dos votos válidos.

Após o resultado frustrante, Alckmin se afastou da internet. A publicação mais recente foi há mais de uma semana, no dia 10 deste mês. Ele ainda é o presidente do partido e anunciou nesse tweet que não apoiaria ninguém no segundo turno e liberou os correligionários a fazer a escolha de acordo com “a sua consciência, convicção e realidades regionais”

Nada mais foi publicado após essa mensagem, mas a “imagem de capa” na página de Alckmin no Twitter segue pedindo votos para o 45 na urna eletrônica.

CÂMARA LAICA: DE PROFETA A POMBA GIRA

Uma discussão entre os deputados federais Cabo Daciolo (Patriota) e Marcos Feliciano (Pode) agitou a Câmara de deputados em Brasília – e as redes sociais -, nesta quarta-feira (17/10). Em filmagem, Daciolo, que concorreu ao cargo de presidente, aparece no fundo do plenário acusando Feliciano de ser maçom.

“Deus não falou que você ia ser Presidente da República? O mesmo Deus que disse que ele ia ser Presidente da República disse a ele que eu sou maçom. Estou pedindo pra ele provar. Ele é tão menino, é tão calça curta que não presta nem para conversar”, respondeu Feliciano.

“Tem envolvimento. O tempo vai mostrar. Ainda tem pomba gira também. Se liga. Vigia e ora. E vamos esperar para ver o que Deus vai fazer”, rebateu Daciolo.

ASSISTA: 

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O MISTÉRIO NA PENSÃO DE JUIZ DE FORA

Na pensão de Juiz de Fora, um hóspede tentou matar o líder nas pesquisas presidenciais, a dona morreu poucos dias depois e, hoje, uma outra morte chama atenção dos moradores da cidade e intriga o país. 

A pequena pensão na Rua Osvaldo Cruz, no bairro de Santa Helena, em Juiz de Fora, ganhou fama internacional por um motivo desagradável. Foi lá que Adélio Bispo, o homem que tentou matar Jair Bolsonaro, ficou hospedado antes do ataque a faca ao presidenciável. A pensão voltou aos noticiários e, mais uma vez, não foi por nada relacionado a conforto, preços baixos ou qualquer outra característica que orgulharia um empresário do ramo hoteleiro. As manchetes mais recentes têm relação com duas mortes, alguns mistérios e muitas teorias conspiratórias.

Em 17 de setembro deste ano, a dona da pensão, Aparecida Maria da Costa, morreu. Segundo parentes e funcionários, ela sofria de um câncer terminal. Hoje, um homem foi encontrado morto na mesma pensão. Rogério Inácio Villas tinha 47 anos e, de acordo com a polícia, o corpo foi encontrado sem indícios de violência e com os músculos enrijecidos. Moradores relataram que, na segunda-feira, ele havia se queixado de problemas para respirar e que estava com muito catarro.

O candidato Jair Bolsonaro fez um comentário (e uma insinuação) no Twitter logo após a publicação da notícia da morte de Rogério Inácio Villas.

 

IBOPE: BOLSONARO, 59% x HADDAD 41%

Pesquisa nacional do Ibope encomendada pela Rede Globo e divulgada na noite de segunda (15) coloca Bolsonaro 18 pontos percentuais à frente de Fernando Haddad.

O candidato do PSL aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% do petista. Cada ponto entre os votos válidos equivale a cerca de um milhão de eleitores.

Essa é a primeira pesquisa do Ibope no 2º turno. Em votos totais, Bolsonaro tem 52%, contra 37% de Haddad. Branco ou nulo somam 9%, e os indecisos são 2%.

Segundo o instituto, a rejeição a Haddad chega a 47%, enquanto Bolsonaro estacionou em 35% de rejeição.

A consulta foi realizada nos dias 13 e 14 de outubro, com 2506 eleitores em 176 municípios do país.

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PRIVATIZAR OU NÃO PRIVATIZAR, EIS A QUESTÃO. VOCÊ É HADDAD OU VOCÊ É BOLSONARO, AFRO?

Durante o segundo turno da campanha presidencial, o Linha de Frente segue com o compromisso de enriquecer o debate político e vai aprofundar a análise dos planos de governo dos dois postulantes ao maior cargo da república. Produziremos textos que esmiúçam alguns dos temas mais delicados dos projetos de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) e como eles se posicionam diante de questionamentos importantes.

O assunto de hoje:

PRIVATIZAÇÕES

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A palavra privatização já foi uma das mais demonizadas nas eleições de nosso país. Era um palavrão que os principais candidatos à Presidência da República evitavam falar em público. Após a crise de gestão e as denúncias de corrupção na Petrobras, além do crescimento da direita liberal no país, o tema ganhou relevância no debate político. Os planos de governo de Fernando Haddad (PT) e de Jair Bolsonaro (PSL) tratam do assunto, mas com perspectivas muito diferentes.

O PT promete barrar as privatizações e deixa isso claro em vários trechos do programa de governo.

Já na página 5, quando fala da Petrobras.

(…) interromperemos as privatizações e a venda do patrimônio público, essencial ao nosso projeto de Nação soberana e indutora do desenvolvimento, e tomaremos iniciativas imediatas para recuperar as riquezas do pré-sal, o sistema de partilha e a capacidade de investimento da Petrobras e demais empresas do Estado.
          Reforça o discurso no capítulo que trata da reforma do Estado e também ao falar da reforma trabalhista.
É preciso qualificar os concursos e conter a privatização e a precarização no serviço público, expressas pela terceirização irrestrita e pela disseminação de modelos de gestão e agências capturados e controlados pelo mercado.
          Volta ao assunto quando apresenta o Programa Brasil 100% Online e a universalização da Banda Larga para todos
Nosso governo não privatizará o Satélite Geoestacionário, como quer Temer e PSDB. A capacidade do satélite será utilizada para as políticas de Defesa Nacional e para a Telebrás universalizar a internet banda larga. A inclusão digital deve se sobrepor ao lucro privado de grandes empresas.
          Reforça o posicionamento ao tratar dos recursos naturais.
Suspender a política de privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento nacional e a venda de terras, água e recursos naturais para estrangeiros.
          E também mantém a posição no capítulo que fala de sustentabilidade energética, deixando claro, por exemplo, que não cogita privatizar a Eletrobras.
O governo Lula investirá no aperfeiçoamento do modelo energético, orientado pelas seguintes diretrizes (1) a retomada do controle público, interrompendo as privatizações; (2) a diversificação da matriz elétrica, direcionando investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica e biomassa); (3) tarifas justas; e (4) participação social. A Eletrobras retomará seu papel estratégico no sistema energético brasileiro, contribuindo para a expansão da geração e transmissão de energia no país.
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Nos 28 anos de mandato na Câmara dos Deputados, Jair Bolsonaro votou contra contra a quebra dos monopólios do petróleo, das telecomunicações e também se posicionou contra a privatização da Vale do Rio Doce. O discurso era muito parecido com o do PT e semelhante à linha adotada pelos governos militares de 1964 a 1984.
No Projeto Fênix (nome do plano de governo do candidato), no entanto, Jair Bolsonaro parece ter mudado tudo o que pensa sobre o tema, adotando posturas liberais, na linha proposta pelo economista Paulo Guedes, o homem da economia na equipe de Bolsonaro e futuro Ministro da Fazenda em caso de vitória do candidato do PSL nas eleições do dia 28.
           No capítulo que trata da dívida pública, a proposta de Bolsonaro fala em acabar com estatais, mas não detalha quais seriam.

Estimamos reduzir em 20% o volume da dívida por meio de privatizações, concessões, venda de propriedades imobiliárias da União e devolução de recursos em instituições financeiras oficiais que hoje são utilizados sem um benefício claro à população brasileira. Algumas estatais serão extintas, outras privatizadas e, em sua minoria, pelo caráter estratégico serão preservadas.
No trecho que trata da necessidade de uma reforma tributária, ele também promete realizar privatizações.
(…) gradativa redução da carga tributária bruta brasileira paralelamente ao espaço criado por controle de gastos e programas de desburocratização e privatização.
         A questão é tão importante no plano de governo do candidato que mereceu dois tópicos no capítulo que trata de economia. Em um dos tópicos ele fala sobre as estatais brasileiras e de como algumas das mais importantes foram envolvidas em escândalos de corrupção. Em outro ponto, deixa claro que o debate precisa superar a questão ideológica, já que o objetivo é aumentar a eficiência.
  

MBL X PSOL: LUTA FRANCA NAS REDES SOCIAIS

No canto direito, com calção verde e amarelo, o Movimento Brasil Livre, sempre rápido nos contragolpes. Do outro lado, o PSOL e seus potentes ataques de esquerda. No ringue das redes sociais, o dia começou com um combate digno de disputa pelo título de campeão (não das urnas, mas dos likes e retuítes).

A turma que administra a conta de Twitter do PSOL (@psol50) criou um meme para provocar o candidato Jair Bolsonaro que, por recomendação médica, recusou o convite para participar do debate da Band, o primeiro na campanha de segundo turno. Acompanhado da hashtag #BolsonaroCagao, A montagem traz duas frases e duas fotos para tentar mostrar aos seguidores que o candidato do PSL é corajoso nas redes sociais, mas medroso fora do ambiente virtual.

A resposta veio através da conta do MBL (@MBlivre) e relembrou o fato de Bolsonaro ter sido esfaqueado por um homem que foi militante… do PSOL.

 

O POVO NO PODER. DEMOCRACIA OU DRIBLE NA CONSTITUIÇÃO?

Durante o segundo turno da campanha presidencial, o Linha de Frente segue com o compromisso de enriquecer o debate político e vai aprofundar a análise dos planos de governo dos dois postulantes ao maior cargo da república. Produziremos textos que esmiúçam alguns dos temas mais delicados dos projetos de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) e como eles se posicionam diante de questionamentos importantes.

O assunto de hoje:

PLEBISCITOS E REFERENDOS: DEMOCRACIA DIRETA OU DITADURA INDIRETA?

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O povo elege representantes que são os responsáveis por legislar, governar, fiscalizar e participar ativamente das decisões políticas que interferem na vida de toda a população. O nome disso é democracia representativa. Outra opção é a democracia direta, em que a população é convocada a participar diretamente das tomadas de decisões. Com o crescimento das nações e da população, a democracia direta tornou-se um modelo inviável, mas existem mecanismos de participação popular previstos na nossa constituição. É o caso dos plebiscitos e referendos.

Quais as propostas dos programas de governo dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) com relação às consultas populares?

No plano de governo do petista, a palavra plebiscito aparece duas vezes. Na primeira, trata da possibilidade de utilizar os instrumentos para revogar a emenda constitucional que estabelece um teto de gastos para o governo e também impedir privatizações.

“Proporemos por todos os meios democráticos, inclusive por referendos e plebiscitos, a revogação da Emenda Constitucional 95, que limita por vinte anos os investimentos e as políticas públicas capazes de gerar desenvolvimento, e da reforma trabalhista que precariza o trabalho e retira direitos históricos da classe trabalhadora. Além disso, interromperemos as privatizações e a venda do patrimônio público, essencial ao nosso projeto de Nação soberana e indutora do desenvolvimento, e tomaremos iniciativas imediatas para recuperar as riquezas do pré-sal, o sistema de partilha e a capacidade de investimento da Petrobras e demais empresas do Estado”.
Em outro trecho, a palavra plebiscito aparece no capítulo que fala da reforma política.
“Vamos expandir para o Presidente da República e para a iniciativa popular a prerrogativa de propor a convocação de plebiscitos e referendos, que não poderão dispor sobre temas protegidos pelas cláusulas pétreas da Constituição de 1988. Ademais, será ampliada e potencializada a participação cidadã por meio da internet”.

As duas principais críticas feitas à ideia de aumentar o número de consultas populares diretas são a forma como esses instrumentos foram usadas para legitimar ações autoritárias em países como a Venezuela, por exemplo, e a indefinição com relação aos critérios usados para definir os temas que serão ou não submetidos ao voto SIM ou NÃO do povo. E aí surgem questionamentos. Por que fazer plebiscito e referendo para revogar reformas realizadas pelo governo anterior e não para questões de maior clamor popular como pena de morte, aborto e redução da maioridade penal? Quem define as razões para que alguns assuntos sejam submetidos ao povo e outros, não? O plano de governo não explica.

Os apoiadores da proposta utilizam como argumento favorável à adoção de mais plebiscitos e referendos o fato de países desenvolvidos e democráticos como a Suíça realizarem esse tipo de consulta com alguma frequência.

A Constituição Federal do Brasil prevê o plebiscito no artigo 14, no capítulo dos Direitos Políticos, que diz: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e nos termos da lei, mediante: plebiscito, referendo, iniciativa popular”. A lei que regulamenta é a 9709/98  e deixa claro que, tanto o plebiscito quanto o referendo são convocados “mediante decreto legislativo, por proposta de um terço, no mínimo, dos membros que compõem qualquer uma das casas do Congresso Nacional”. O projeto precisa ser votado na Câmara e no Senado. Uma vez aprovado nas duas Casas, o texto se transforma em um decreto legislativo. Ou seja, o Presidente da República NÃO TEM o poder de realizar as consultas populares.

Desde 1988, foram realizados dois plebiscitos em nosso país. No primeiro, em 21 de abril de 1993, o povo decidiu entre presidencialismo ou parlamentarismo. A maioria da população optou pela manutenção do atual regime de governo. O outro foi realizado somente no Pará, em 11 de dezembro de 2011, para a divisão do estado em três – Pará, Carajás e Tapajós. A população rejeitou a proposta.

Também desde 1988, foram realizados dois referendos. O primeiro, em 2005, sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, tendo a maioria votado “não”. O segundo, no Acre, em 2010, quando a população decidiu continuar com o antigo horário, que é o de menos duas horas em relação ao de Brasília.

No Projeto Fênix, o plano de governo de Jair Bolsonaro, as palavras PLEBISCITO e REFERENDO não aparecem em nenhuma das 81 páginas, mas o programa destaca um outro instrumento de participação popular no processo político: os projetos de lei de iniciativa popular. Na página 35, o texto fala em resgatar uma iniciativa que gerou grande repercussão nacional.

“Como pilar deste compromisso, iremos resgatar “As Dez Medidas Contra a Corrupção”, propostas pelo Ministério Público Federal e apoiadas por milhões de brasileiros, e encaminhá-las para aprovação no Congresso Nacional”
O problema que o programa de governo do candidato do PSL não detalha é que, das dez medidas, pelo menos três ferem frontalmente a Constituição e/ou o Código de Processo Penal que Bolsonaro promete defender com unhas e dentes. O projeto fala em limite ao habeas corpus (o que abre brechas para arbitrariedades), aceitação em juízo de provas colhidas ilegalmente e teste de honestidade aplicado aleatoriamente a servidores públicos. Os tópicos foram bastante questionados por juristas e outros operadores do Direito.

 

 

NEM CHAME O MEIRELLES

Após não alcançar o segundo turno das eleições 2018, o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) tirou o time de campo. E nem adianta #ChamarOMeirelles! O emedebista já avisou que não vai apoiar nenhum dos dois candidatos ao cargo de presidente da República, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

“Não apoio candidatos no segundo turno. Defendo e apoio uma agenda de trabalho com propostas de responsabilidade e competência. Quero que o Brasil tenha um governo que cuide dos recursos públicos como cada um cuida dos recursos de sua casa”, escreveu Meirelles em sua rede social nesta quarta-feira (10/10).

O ex-ministro teve pouco mais de 1,2% dos votos válidos.

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“NÃO CONCORDO, MAS APOIO”, DIZ ACM NETO SOBRE BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO

O prefeito ACM Neto (DEM) anunciou seu apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno das eleições 2018, que acontecerá no próximo dia 28. O Democratas, no entanto, preferiu não manifestar apoio a nenhum dos dois postulantes.

Durante coletiva de imprensa realizada em um hotel de Salvador, o presidente da sigla disse que “está dando um voto de confiança à candidatura de Jair Bolsonaro, mesmo não concordando com tudo que, do ponto de vista ideológico e programático defende ele, na minha opinião existe uma coisa que nos une e que é mais forte: que é exatamente não deixar um governo tomado pelo PT”.

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