ALCKMIN EM RECESSO FORÇADO

Geraldo Alckmin (PSDB) estava bem atuante nas redes sociais, enquanto ainda disputava a presidência da República. Publicava uma média de 20 postagens no Twitter todos os dias. Também era o candidato com o maior tempo de TV e a maior coligação. Nada disso ajudou muito e o tucano terminou o primeiro turno com menos de 5% dos votos válidos.

Após o resultado frustrante, Alckmin se afastou da internet. A publicação mais recente foi há mais de uma semana, no dia 10 deste mês. Ele ainda é o presidente do partido e anunciou nesse tweet que não apoiaria ninguém no segundo turno e liberou os correligionários a fazer a escolha de acordo com “a sua consciência, convicção e realidades regionais”

Nada mais foi publicado após essa mensagem, mas a “imagem de capa” na página de Alckmin no Twitter segue pedindo votos para o 45 na urna eletrônica.

Baianos do PSDB abandonam Alckmin e vão de #EleSim

Virou debandada. Na véspera da votação, alguns dos principais candidatos baianos do PSDB já não fingem mais apoio ao candidato da sigla à presidência, Geraldo Alckmin.

A vice na chapa de José Ronaldo, a médica Mônica Bahia, é uma das principais líderes da caminhada #EleSim, em favor de Jair Bolsonaro, programada para a tarde deste sábado, no Farol da Barra, em Salvador.

Na noite dessa sexta-feira (5/10), ela usou as redes sociais para convocar adeptos, com um card estampando foto dela e do demista José Ronaldo. Monica também adotou a hashtag #HaddadNunca.

No início da semana, causou polêmica a declaração pública de Zé Ronaldo, dizendo que iria votar em Bolsonaro. O líder do grupo, prefeito de Salvador, ACM Neto, teria se irritado com o posicionamento, já que é coordenador nacional da campanha de Alckmin.

Aparentemente, o  questionamento de Neto é minoritário. Será que há questionamento mesmo?

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HADDAD TEM REJEIÇÃO IGUAL A BOLSONARO, DIZ PESQUISA XP

Pesquisa encomendada pela XP Investimentos, divulgada na manhã desta sexta (14), coloca Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) empatados com 57% de rejeição dos brasileiros. Os campeões em rejeição ainda são Marina Silva (Rede), com 64%, e o candidato Geraldo Alckmin, do PSDB, com 60%.

A consulta chegou à conclusão de que 59% dos eleitores estão, nesse momento, interessados nas eleições, e pelo menos 40% acreditam que Bolsonaro será o vencedor. O deputado do PSL cresceu de 16% para 20% na consulta espontânea e de 23% para 26% na estimulada. Lula caiu de 18% para 9% na espontânea. O percentual de indecisos está em 32% e 15% garantem votar branco ou nulo.

ESPONTÂNEA:
Bolsonaro – 20%
Lula – 9%
Ciro Gomes – 6%
Haddad – 5%
Alckmin – 4%
João Amoedo – 3%
Marina – 2%
Álvaro Dias – 2%
ESTIMULADA
Bolsonaro – 26%
Ciro Gomes – 12%
Haddad – 10%
Alckmin – 9%
Marina Silva – 8%
João Amoedo – 4%
Álvaro Dias – 4%
Henrique Meirelles – 2%
Boulos – 1%

A pesquisa foi feita com 2000 entrevistas, por telefone, entre os dias 10 e 12 de setembro. O maior contingente de consultados ficou na região Sudeste (43%), seguido por Nordeste (27%), Sul (15%), Norte (8%), e Centro Oeste (7%).

Clique nas imagens e veja os resultados da pesquisa:

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ALCKMIN X CIRO

Os ex-governadores do Ceará e de São Paulo protagonizaram os melhores confrontos no debate da Rede TV. Boas discussões, sobretudo a respeito de reformas e escolhas na área econômica.

Em um dos momentos mais tensos, Alckmin disse a Ciro: “O presidente Itamar Franco teve quatro ministros e acertou quando escolheu Fernando Henrique”.
Detalhe: Ciro foi um dos quatro

 

1º ROUND NO TWITTER: QUEM LEVOU A MELHOR ENTRE PRESIDENCIÁVEIS?

Não é só a cadeira do Planalto que os candidatos à Presidência da República querem ocupar. Os Trends Topics do Twitter também são um indicativo importante nas eleições 2018. É a partir deles que as equipes de comunicação dos candidatos conseguem acompanhar o que os internautas estão achando da participação de cada um em debates como o da noite da última quinta-feira (9/8), na Bandeirantes.

Assim que começou o evento, os líderes do Twitter eram Bolsonaro (PSL) (#EstouComBolsonaro), Boulos (Psol) (#BoulosnaBand) e Lula (PT) (#DebatecomLula). O petista não participou do debate porque está preso em Curitiba desde 7 de abril deste ano, mas foi citado porque o PT realizou um debate paralelo ao da emissora, na internet.

Trends às 22h, no início do debate

Ao final do segundo bloco, apareceram Ciro Gomes (PDT) (#CiroNaBand), Alvaro (Podemos) (#Alvaro) e Cabo Daciolo (Patriota) (#CaboDaciolo).

Trends às 00h, no final do segundo bloco do debate

Na rede social, o ranking de mais citados ficou assim: Bolsonaro encabeçando entre os mais comentados na rede social, Cabo Daciolo em segundo lugar, Alvaro Dias em terceiro, Boulos em quarto, Marina Silva (Rede), que apareceu pela primeira vez no espaço apenas no final do debate, e Ciro Gomes.

Trends às 1h, no final do debate

Ficaram sem expressão na rede social o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB), e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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PAULISTAS DIVIDIDOS ENTRE BOLSONARO E ALCKMIN, APONTA PESQUISA

Boa notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro (PSL): no maior colégio eleitoral do país, estado com predominância do PSDB, o deputado está na frente do ex-governador Geraldo Alckmin, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte ao Instituto MDA. Ganha de 18,9% contra 15% do tucano, na simulação estimulada. O levantamento foi aplicado apenas com eleitores de São Paulo.

Péssima notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro: a distância, que já foi  de quase o triplo, está reduzida a um empate técnico, já que a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Na sequência, aparecem Marina Silva (REDE), com 8,4%, e Fernando Haddad, atualmente candidato a vice de Lula pelo PT, com 8,3%. Ciro Gomes (PDT) tem 6%, seguido por Álvaro Dias (1,8%), Manuela D´Ávila (PC do B, atualmente integrando a chapa do PT), com 1,7, Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1,1%, e Henrique Meirelles, com 1%. Os demais candidatos ficam com frações.

No cenário hipotético em que Lula tivesse a candidatura deferida pelo TSE, a pesquisa aponta o petista em primeiro lugar, com 21,8%, seguido por Bolsonaro e Alckmin, com 18,4% e 14%, respectivamente.

 

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