SÉRGIO MORO: O #FAMOSINHO DO MINISTÉRIO

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, é o braço direito do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mais famosinho entre os brasileiros. É o que apurou a pesquisa Veja, junto com o Instituto Ideia Big Data. De acordo com o levantamento, o ministro é conhecido por 97% da população brasileira. Desse número, 76% aprovam o nome de Moro a frente do Ministério da Justiça.

Em segundo lugar está Paulo Guedes, lembrado por 5% dos brasileiros. Os números indicam um caminho possível para o ex-juiz: apesar de dizer que não é político, o ex-juiz já pode pensar em ser candidato a presidente em 2022.

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COMO SERÁ A POSSE DE JAIR BOLSONARO?

O primeiro dia do ano, pós ano eleitoral, é marcado pelas cerimônias de posse em todo o país: governadores e presidente eleitos discursam em seus respectivos estados e, no caso de Jair Bolsonaro (PSL), eleito para o próximo quadriênio, em Brasília.

Prometendo um sistema de segurança reforçado, o chefe do Executivo Federal tomará posse da sua gestão às 14h, horário de Brasília. Confira como será a cerimônia de posse desde a chegada do ex-deputado:

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ALÉM DE TUDO, PATRIOTA

A segunda-feira (10/12) marcada pela diplomação do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), chamou atenção para uma imagem que está circulando nas redes sociais. Nela, o deputado federal aparece entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seu vice, Hamilton Mourão, e é o único com a mão no peito durante a reprodução do hino nacional.

A posição é uma referência de respeito e patriotismo à nação, dois valores pregados nos discursos do novo presidente eleito.

Durante o evento, Bolsonaro usou tom de agradecimento. “Agradeço a Justiça Eleitoral pelo extraordinário trabalho, a cada um dos servidores do TSE, Forças Armadas, a todos que participaram da eleição em uma demonstração de civismo e amor ao Brasil”.

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CARLOS MAGNO BOLSONARO DAS REDES SOCIAIS. E SÓ.

O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Carlos Bolsonaro, decidiu poupar as palavras para serem usadas apenas na rede social Twitter. Abordado pela imprensa durante o evento de diplomação do pai, nesta segunda-feira (10/12), Carlos chegou na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avisando: “Não, não. Não vou falar com ninguém, não”. A informação é do site O Antagonista.

Carlos, assim como o presidente eleito, é muito ativo nas redes sociais e, durante o período eleitoral, foi uma das figuras que ficou marcada por responder, provocar e até mesmo discutir com a oposição do capitão no Twitter. Por causa disso, é conhecido como “o filho barulhento” de Bolsonaro.

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SÉRGIO MORO MINISTRO. CRÍTICAS, ELOGIOS, TUITADAS E A INCRÍVEL PREVISÃO DE ALBORGHETTI

É a notícia mais importante e mais comentada do dia no Brasil e também no exterior. A decisão do juiz federal Sérgio Moro, que aceitou o convite para assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro, ficou muitas horas como o assunto número um – disparado! – nos Trend Topics do Twitter mundial.

Sérgio Moro à frente de um “superministério” que une Justiça e Segurança Pública é uma escolha considerada pelo presidente eleito como a mais forte mensagem de que o governo fará um combate tenaz à corrupção e ao crime organizado. A decisão, entretanto, recebeu uma enxurrada de críticas, sobretudo de políticos ligados ao PT, que veem na nomeação a confirmação do caráter político da Lava Jato e a influência da operação nas eleições presidenciais.

O perfil do ex-presidente Lula, no Twitter, relembrou uma reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 2016, quando Moro foi enfático ao dizer que “jamais entraria para a política”.

Os advogados de Lula estão utilizando a situação para fortalecer a narrativa da prisão injusta e motivada por perseguição política.

O cientista polític0 – e recém-eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul – Fábio Ostermann (NOVO) elogiou a escolha de Moro para o ministério e aproveitou para dar uma “alfinetada” no ex-presidente que quase assumiu a Casa Civil no governo Dilma (o que daria foro especial por prerrogativa de função, tirando o processo do tríplex do Guarujá das mãos de Sérgio Moro).

Uma das razões de Lula não ter virado ministro foi um ato de Moro, que divulgou áudio de uma conversa telefônica entre Dilma e Lula, acertando detalhes a respeito da nomeação e da entrega do documento que garantiria a condição de ministro empossado. Muitos juristas criticaram a divulgação do áudio, por ter sido fora do prazo legal (o próprio Moro chegou a admitir que foi um erro).

Os candidatos da chapa derrotada no segundo turno das eleições presidenciais, Fernando Haddad (PT) e Manuela D´ávila (PCdoB), também se manifestaram em postagens que colocam em dúvida a imparcialidade de Sérgio Moro à frente da maior operação de combate à corrupção do país.

Outro presidenciável que comentou a definição do nome de Sérgio Moro como ministro foi João Amoêdo, que desejou sucesso ao magistrado e parabenizou o presidente pela escolha.

O tucano Geraldo Alckmin não falou sobre o assunto nas redes sociais. Aliás, o presidente do PSDB não publica nada desde terça-feira, porém deve ter visto a reação rápida de seu correligionário (mas cada vez menos aliado) João Dória. Assim que terminou a reunião entre Moro e Bolsonaro, o governador eleito de São Paulo disse que Moro é um “patrimônio moral do Brasil” e o novo cargo “sinaliza um novo caminho de transparência e verdade na política brasileira”. Já há quem ouse prever que os dois podem ser adversários numa eventual disputa pelo Planalto em 2022.

Uma opinião surpreendente para alguns antipetistas desavisados foi a do jornalista Reinaldo Azevedo. O colunista que foi o criador do termo “petralha” e se classifica como um representante da direita liberal já escreveu livros com críticas duríssimas ao PT e a Lula. Esta semana, antes mesmo da confirmação da notícia de que Moro assumiria o MJ, Reinaldo publicou vários artigos desaprovando com veemência a possibilidade e destacou que a decisão comprovava o viés “inegavelmente político” da Lava Jato.

Sérgio Moro não deu entrevista ainda, mas publicou uma nota explicando os motivos de ter aceitado o convite de Bolsonaro.

“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Publica na próxima gestão. Apos reunião pessoal na qual foram discutidas politicas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na pratica, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes”.

Uma curiosidade é que a notícia mais impactante deste primeiro dia de novembro foi prevista (e muito desejada) há DEZ ANOS pelo apresentador de TV, Luiz Carlos Alborghetti, que já falava em Sérgio Moro muito antes do juiz se tornar conhecido nacionalmente. Alborghetti morreu em 9 de dezembro de 2009, seis anos antes do início da Lava Jato.

 

 

O TIRO NO PÉ DE REGINA DUARTE

A atriz Regina Duarte voltou a falar do seu apoio a Jair Bolsonaro em entrevista concedida ao jornal O Estado de São Paulo, divulgada na manhã desta sexta-feira (26/10). Nela, Regina classifica algumas declarações do deputado, considerados pela oposição como homofóbicas, como “da boca para fora”.

“Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha”, disse a artista.

A lembrança da atriz é um tiro no pé. Monteiro Lobato é considerado um dos autores mais racistas da literatura brasileira, nascido em um Brasil de 1882, seis anos antes do fim do regime escravista no país. Regina Duarte quer justificar 2018 com o que aconteceu antes de 1888, quando a escravidão foi finalmente abolida.

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BOLSONARO COM 57% E HADDAD COM 43% EM PESQUISA DA CNT

A pesquisa do Instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta segunda-feira (22/10), o candidato do PSL, Jair Messias Bolsonaro, aparece com 57% dos votos válidos, contra 43% do candidato Fernando Haddad, do PT. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.

A apuração exclui os entrevistados que disseram votar em branco, nulo ou os que se declararam indecisos. Na intenção de voto total, que inclui os brancos, nulos indecisos, Bolsonaro tem 48,8% e Haddad, 36,7%. Brancos e nulos somam 11,0%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam são 3,5%.

A apuração perguntou ainda quem considera a decisão de voto como definitiva ou quem ainda pode mudar de opinião até o dia das eleições: dos que indicaram votar em Bolsonaro, 91,1% afirmaram que a decisão é definitiva e 8,9% afirmaram que ainda podem mudar. Já os que pretendem votar em Haddad, 91,3% falaram estar com a ideia consolidada e 8,7% falaram que ainda podem mudar.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 20 e 21 de outubro, em 137 municípios de 25 unidades da federação. Ela está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-00346/2018 e tem nível de confiança de 95%.

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BOLSONARO PRA LULA: “VOCÊ VAI APODRECER NO XADREZ”; veja vídeo

Em discurso feito por celular para manifestantes concentrados na Avenida Paulista, neste domingo (21), Jair Bolsonaro disse que o ex-presidente Lula “vai apodrecer no xadrez”.

O presidenciável também fez ataques duros e prometeu cadeia para o senador Lindbergh Farias e para o adversário Fernando Haddad: “Se você estava esperando o Haddad ser presidente para assinar o decreto de indulto, eu vou te dizer uma coisa, você vai apodrecer na cadeia”.

Após a frase, é possível ouvir o que parece ser a reação dos militantes, aos gritos de “mito”.

Brevemente, você terá Lindbergh Farias para jogar dominó no xadrez. Aguarde, o Haddad vai chegar aí também, mas não será para visitá-lo, não. Será para ficar alguns anos ao seu lado: já que vocês se amam tanto, vocês vão apodrecer na cadeia”.

O vídeo foi gravado na casa do candidato, pela própria equipe.

Veja o vídeo:

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TROPA EM ORDEM UNIDA NA INTERNET

Os apoiadores da candidatura de Fernando Haddad (PT) sabem que, estando corretos os números das pesquisas, a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no dia 28 é praticamente garantida. Só um fato novo de muita relevância, um escândalo de grandes proporções, poderia mudar essa tendência ou, ao menos, comprometer o governo eleito após a posse no ano que vem. Para isso a turma aposta todas as fichas no assunto da reportagem publicada pela Folha de São Paulo, levantando a suspeita de que empresários estariam bancando a campanha de Bolsonaro pelo Whatsapp, o que violaria a lei eleitoral, por ser doação não declarada.

A partir da publicação da matéria, a militância entrou em campo e trabalha forte nas redes sociais para reverberar a suposta denúncia. O candidato Fernando Haddad chegou a publicar no Twitter que ele e Ciro Gomes é que deveriam estar disputando o segundo turno.

A vice na chapa do PT, Manuela D´ávila, também se manifestou, atacando o uso de fake news e o financiamento da disseminação dessas notícias falsas, na campanha de Bolsonaro.

 

Não demorou muito para que uma legião de militantes, artistas, jornalistas e influenciadores digitais aderissem à campanha e espalhassem as hashtags #Caixa2doBolsonaro e #CassaçãoDoBolsonaro.

 

 

Hoje pela manhã, a guerra no Twitter ficou acirrada porque a tropa bolsonarista também entrou em ação, publicando mensagens com a intenção de provar o caráter espontâneo do apoio ao candidato do PSL. As hashtags #MarqueteirosDoJair, #VimdeGraça e #FolhaFakeNews (reagindo à denúncia da Folha) foram multiplicadas por milhares de internautas em poucas horas.

 

 

No fim da manhã de hoje, a disputa entre as militâncias atingiu o topo dos trend topics do Twitter como os assuntos mais comentados.

Um dos comentaristas de política do Grupo Aratu, Matheus Carvalho, diz que não há santos nessa história. “Em 2010 e 2014, o PT criou uma máquina de disseminação de notícias falsas e ataques aos adversários através das redes sociais. Este ano, enfrentou uma concorrência que utilizou os mesmos métodos sujos”. E deixou um conselho para os eleitores. “Se você tem dúvida se uma notícia, meme, vídeo ou texto é falso ou verdadeiro, consulte o Aratu Online. Fomos o primeiro veículo da Bahia e um dos primeiros do Brasil a fechar esse compromisso contra a fake news”.

BOLSONARO CLASSIFICA DENÚNCIA DE COMPRA DE MENSAGENS NO WHATSAPP COMO “APOIO VOLUNTÁRIO”

Diante da denúncia do jornal Folha de S. Paulo, que afirmou que empresas que apoiam o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) estão comprando pacotes de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores para circular no WhatsApp, o deputado federal se pronunciou. “Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência”, declarou.

De acordo com publicação, cada contrato chega a R$ 12 milhões e tem o objetivo de disparar um volume significativo de mensagens anti-PT na rede social WhatsApp, o que ajudaria na campanha do candidato à Presidência. O esquema, ainda segundo a Folha, usa a base de usuários do candidato Jair Bolsonaro e contatos vendidos por agências especializadas no âmbito digital.

A prática viola a lei eleitoral porque a doação não foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela compra de lista de terceiros, quando o permitido é apenas dos próprios candidatos e aliados. Ainda na tarde desta quinta-feira (18/10), o PT entrou com ação contra as empresas e o próprio Bolsonaro, por propaganda ilegal.

De acordo com o site Uol, no ofício enviado pelo PT, a sigla pede ainda que o WhatsApp apresente, em até 24 horas, um plano para conter o “disparo em massa” de mensagens que seriam ofensivas a Haddad e aos partidos que integram a coligação.

Em sua conta oficial no Twitter, Bolsonaro classificou a ação como “apoio voluntário”:

 

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