LAVAGEM DE ROUPA SUJA PÚBLICA

A fama de “lugar para reclamar” que o Twitter ganhou há anos está sendo reforçada por Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Na rede social, o pupilo mais próximo do capitão tem demonstrado sua insatisfação com o vice-presidente, General Hamilton Mourão (PRTB).

Nesta terça-feira (23/4), o vereador do Rio de Janeiro classificou a declaração de Mourão sobre a questão do armamento civil como “pérola”. As três últimas postagens da conta de Carlos são dedicadas ao general.

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‘LIKE’ DE MOURÃO FAZ FELICIANO PEDIR IMPEACHMENT DE VICE-PRESIDENTE

O deputado federal Marco Feliciano, do Podemos, protocolou um pedido de impeachment contra o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) após uma “curtida” do general na publicação da jornalista do SBT, Raquel Sheherazade, que critica o governo Bolsonaro.

Feliciano acusa Mourão de praticar crime de responsabilidade  e classifica o ato como indecoroso. “A denúncia por crime de responsabilidade contra Mourão se deu por comportamento indecoroso em várias ocasiões. Exemplo: na medida em que ele curtiu tweet de Rachel Sheherazade, detonando com o presidente Jair Bolsonaro, o louvando como melhor opção para governar o país.”

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BOLSONARO COMENTA O ‘INCIDENTE” COM MÚSICO NO RIO

Cinco dias após a morte do músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morto no Rio de Janeiro pelo Exército Brasileiro, quando agentes dispararam 80 tiros de fuzil em direção ao carro em que estava, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se pronunciou sobre o acontecido.

“O Exército não matou ninguém, não. O Exército é do povo e não pode acusar o povo de ser assassino, não. Houve um incidente, uma morte. Não existe essa de jogar para debaixo do tapete. Vai aparecer o responsável. Uma perícia já foi pedida para que se tenha certeza do que realmente aconteceu naquele momento e o Exército, na pessoa de seu comandante, vai se pronunciar sobre este assunto e, se for o caso, eu me pronuncio também. Nós vamos assumir a nossa responsabilidade e mostrar o que realmente aconteceu para a população brasileira”, disse o capitão.

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BOLSONARO NA TV ABERTA: SIM OU NÃO? O TWITTER DECIDE

O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo Bolsonaro, decidiu acionar os seus mais de um milhão de seguidores no Twitter para perguntar o que o brasileiro quer: “Você acha que deveria falar em rede nacional de televisão sobre fatos referentes ao governo federal?“.

Em menos de 20 minutos, a enquete já acumulava mais de 10 mil votos. Oitenta e dois porcento do público votou em “Sim”, enquanto 18% não querem ver o discurso do liberal na TV aberta.

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SE A CARAPUÇA SERVIR…

O vereador Carlos Bolsonaro (PSL) usou sua conta pessoal no Twitter para cobrar defesa a favor da votação da reforma da previdência por parte dos deputados apoiados por Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Sem citar nomes, Carlos deu um sermão nos parlamentares e afirmou que “um time tem que jogar junto”.

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LULA, O ONIPRESENTE

O ex-presidente Lula foi condenado, em primeira instância, a 12 anos e 11 meses de prisão pelo caso do sítio de Atibaia, na última quarta-feira (7/2). Mas o assunto se estendeu e a condenação do petista tem sido comemorada pelas mais variadas figuras públicas.

O presidente Jair Bolsonaro publicou print de uma matéria com a manchete da prisão de Lula:

O empresário catarinense, dono da Havan, reconhecida como uma das maiores redes de lojas de departamentos do Brasil, comemorou com uma publicação no Instagram onde aparece dançando e comemorando a notícia:

O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi vaiado durante sua participação na Bienal da UNE, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). No discurso, o pedetista repetiu a frase “o Lula tá preso, babaca”, dito por seu irmão, Cid Gomes, em um evento no Ceará no segundo turno das eleições 2018.

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MAL INTERPRETADO

Após o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) anunciar sua desistência do mandato e sua saída do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou uma postagem na rede social Twitter onde estaria comemorando algo. Não demorou muito para a oposição criticar a postura do chefe do Executivo.

Em seguida, Bolsonaro negou a comemoração e disse que era “fake news”.

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ESCALAÇÕES DOS TIMES BOLSONARO FC E RUI FC

Se existisse um Cartola da política, os técnicos Jair Bolsonaro e Rui Costa estariam com os times montados: ministérios e secretariado completos, dentro das quatro linhas, com a bola rolando durante quatro anos. A escolha dos titulares seguiria o critério da ofensiva, para uns, e da defensiva, para outros.

Aproveitando o clima de Copa do Nordeste, o Linha de Frente armou  o esquema tático da partida que vai durar mais (muito mais) do que a ‘Lampions League’.

BOLSONARO FC

1. Jair Bolsonaro escalou Carlos Alberto dos Santos Cruz para jogar na Secretaria de Governo, órgão que tem status de ministério. A principal missão do general-de-divisão será a articulação com o Congresso e com partidos políticos e o diálogo com estados e municípios. É também através da Secretaria de Governo que o presidente estabelecerá relações com organizações civis e entidades representativas da juventude.

2. Fora do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que é advogada de formação, passa o tempo exercendo a função de pastora e já deixou claro que terá como prioridade as políticas públicas para mulheres, fazendo declarações polêmicas nos primeiros minutos do primeiro tempo. Damares propôs, ainda, um pacto nacional pela infância.

3. Ernesto Araújo cuidará das Relações Exteriores do governo Bolsonaro. A principal jogada de Araújo está na experiência: ele é diplomata há 29 anos e diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty.

4. A Secretaria Geral da Presidência tem como titular o conselheiro do presidente, Gustavo Bebianno, advogado e faixa preta de jiu-jitsu. Bebianno ficará responsável pelo relacionamento e articulação com as entidades da sociedade civil e a criação e implementação de instrumentos de consulta e participação popular de interesse do poder Executivo e pela elaboração da futura agenda do presidente.

5. Jogando em parceria com a Secretaria de Governo, a Casa Civil é responsável por estar por dentro das principais políticas públicas dos demais ministérios, fazer articulações e auxiliar as decisões do presidente. O artilheiro da pasta é Onyx Lorenzoni, médico veterinário e quatro vezes deputado federal, além de relator do pacote de medidas de combate à corrupção na Câmara.

6. Paulo Guedes é a inovação do time treinado por Bolsonaro. No novo Ministério da Economia, o economista defende a menor participação possível do Estado na economia. Guedes é fundador do Instituto Millenium, sócios do Grupo Bozano, que administra R$ 2,7 bilhões em fundos de investimentos tradicionais e de private equity.

7. Quem assume  a vaga de titular no Ministério do Meio Ambiente é Ricardo de Aquino Salles, que pretende respeitar o setor produtivo, posicionamento alinhado às expectativas do presidente eleito, que defende maior aproximação do ministério com os ruralistas e o fim do que chama “indústria de multas” do Ibama.

8. Roberto Campos Neto joga na posição do Banco Central, que possui status de ministério. Economista, o titular é responsável pelo controle da inflação, aumento e diminuição dos juros.

9. Quem ficou com a responsabilidade de fazer gols no Ministério da Justiça foi Sérgio Moro. Ele ganhou destaque durante a Operação Lava Jato, comandando a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba. Foi Moro quem proferiu a condenação do ex-presidente Lula, sendo a primeira vez na história do Brasil que um ex-presidente foi condenado criminalmente.

10. Na Defesa está Fernando Azevedo e Silva, general do Exército e ex-chefe do Estado Maior.  Silva deverá exercer a direção das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, Exército e Aeronáutica.

11. General Augusto Heleno chegou a ser cotado para ser vice de Bolsonaro durante a campanha eleitoral, mas foi confirmado e alocado no Gabinete de Segurança Institucional, parte da gestão que também é muito ligada ao governo.

No banco, estão: André Luiz de Almeida Mendonça (Advocacia-Geral da União), Bento Costa Lima Leite (Minas e Energia), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Luis Henrique Mandetta (Saúde), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), Marcos Pontos (Ciência e Tecnologia), Osmar Terra (Cidadania e Ação Social), Ricardo Vélez (Educação), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), Tereza Cristina (Agricultura) e Wagner de Campos Rosário (Transparência, Fiscalização e CGU).

RUI FC

Do lado de cá a escalação é um pouco incerta. O governador Rui Costa ainda não anunciou quem fará parte do seu secretariado neste segundo mandato. Mas, até então, Rui conta com um time que, segundo o próprio, é ‘correria’.

1. O titular da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Nestor Duarte, é titular também no time do governo Rui Costa. A questão da segurança pública no estado é uma bola na trave da gestão petista e, há sete anos, Duarte tenta ajudar o time.

2. Walter Pinheiro é jogador no time de Rui pela Secretaria da Educação (Sec). Em 2018, a pasta registrou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) abaixo da meta anual e deu visibilidade a uma fragilidade do governo.

3. Bruno Dauster joga na posição de secretário da Casa Civil do governo Rui Costa e vai permanecer pelos próximos anos de partida.

4. Manoel Vitório assumiu a Secretaria da Fazenda e vai continuar jogando nessa posição nos quatro anos de governo, já garantiu o próprio técnico.

5. Fábio Villas-Boas está a frente da Secretaria da Saúde e tem sido lembrado pelas marcações da fila de regulação, processo do Sistema Único de Saúde (SUS) que divide opiniões.

6. Luiza Maia, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, também joga no time de Rui Costa.

7. A Secretaria da Administração joga com Edelvino Goes na Saeb.

8. Entre os 90 minutos de jogo, Rui substituiu o ex-secretário da Cultura, Jorge Portugal, por Arany Santana, que também deve seguir na pasta.

9. Demir Barbosa integra o tima pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

10. O artilheiro na frente do gol é Maurício Barbosa, camisa 10, que está no time desde antes do governo Rui Costa. A grande movimentação nesse time gira em torno da substituição ou não do atual titular da Secretaria de Segurança Pública. Há uma torcida pela saída de Barbosa da secretaria baseado no crescimento dos índices de violência no estado.

11. Antônio Henrique Moreira fecha a escalação na Secretaria de Planejamento (Seplan).

No banco, estão: Andréa Mendonça (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura), Rodrigo Hita (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação), Paulo Cezar Lisboa (Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social), Jerônimo Rodrigues (Secretaria de Desenvolvimento Rural), Marcus Cavalcanti (Secretaria de Infraestrutura), Geraldo Reis (Secretaria do Meio Ambiente), Fabya dos Reis (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial), Vicente Neto (Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte), José Alves (Secretaria de Turismo), Cibele Carvalho (Secretaria de Relações Institucionais), Julieta Palmeira (Secretaria de Políticas para as Mulheres) e Cássio Peixoto (Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento).

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SÉRGIO MORO: O #FAMOSINHO DO MINISTÉRIO

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, é o braço direito do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mais famosinho entre os brasileiros. É o que apurou a pesquisa Veja, junto com o Instituto Ideia Big Data. De acordo com o levantamento, o ministro é conhecido por 97% da população brasileira. Desse número, 76% aprovam o nome de Moro a frente do Ministério da Justiça.

Em segundo lugar está Paulo Guedes, lembrado por 5% dos brasileiros. Os números indicam um caminho possível para o ex-juiz: apesar de dizer que não é político, o ex-juiz já pode pensar em ser candidato a presidente em 2022.

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COMO SERÁ A POSSE DE JAIR BOLSONARO?

O primeiro dia do ano, pós ano eleitoral, é marcado pelas cerimônias de posse em todo o país: governadores e presidente eleitos discursam em seus respectivos estados e, no caso de Jair Bolsonaro (PSL), eleito para o próximo quadriênio, em Brasília.

Prometendo um sistema de segurança reforçado, o chefe do Executivo Federal tomará posse da sua gestão às 14h, horário de Brasília. Confira como será a cerimônia de posse desde a chegada do ex-deputado:

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