SE A CARAPUÇA SERVIR…

O vereador Carlos Bolsonaro (PSL) usou sua conta pessoal no Twitter para cobrar defesa a favor da votação da reforma da previdência por parte dos deputados apoiados por Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Sem citar nomes, Carlos deu um sermão nos parlamentares e afirmou que “um time tem que jogar junto”.

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LULA, O ONIPRESENTE

O ex-presidente Lula foi condenado, em primeira instância, a 12 anos e 11 meses de prisão pelo caso do sítio de Atibaia, na última quarta-feira (7/2). Mas o assunto se estendeu e a condenação do petista tem sido comemorada pelas mais variadas figuras públicas.

O presidente Jair Bolsonaro publicou print de uma matéria com a manchete da prisão de Lula:

O empresário catarinense, dono da Havan, reconhecida como uma das maiores redes de lojas de departamentos do Brasil, comemorou com uma publicação no Instagram onde aparece dançando e comemorando a notícia:

O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi vaiado durante sua participação na Bienal da UNE, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). No discurso, o pedetista repetiu a frase “o Lula tá preso, babaca”, dito por seu irmão, Cid Gomes, em um evento no Ceará no segundo turno das eleições 2018.

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MAL INTERPRETADO

Após o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) anunciar sua desistência do mandato e sua saída do Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou uma postagem na rede social Twitter onde estaria comemorando algo. Não demorou muito para a oposição criticar a postura do chefe do Executivo.

Em seguida, Bolsonaro negou a comemoração e disse que era “fake news”.

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ESCALAÇÕES DOS TIMES BOLSONARO FC E RUI FC

Se existisse um Cartola da política, os técnicos Jair Bolsonaro e Rui Costa estariam com os times montados: ministérios e secretariado completos, dentro das quatro linhas, com a bola rolando durante quatro anos. A escolha dos titulares seguiria o critério da ofensiva, para uns, e da defensiva, para outros.

Aproveitando o clima de Copa do Nordeste, o Linha de Frente armou  o esquema tático da partida que vai durar mais (muito mais) do que a ‘Lampions League’.

BOLSONARO FC

1. Jair Bolsonaro escalou Carlos Alberto dos Santos Cruz para jogar na Secretaria de Governo, órgão que tem status de ministério. A principal missão do general-de-divisão será a articulação com o Congresso e com partidos políticos e o diálogo com estados e municípios. É também através da Secretaria de Governo que o presidente estabelecerá relações com organizações civis e entidades representativas da juventude.

2. Fora do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que é advogada de formação, passa o tempo exercendo a função de pastora e já deixou claro que terá como prioridade as políticas públicas para mulheres, fazendo declarações polêmicas nos primeiros minutos do primeiro tempo. Damares propôs, ainda, um pacto nacional pela infância.

3. Ernesto Araújo cuidará das Relações Exteriores do governo Bolsonaro. A principal jogada de Araújo está na experiência: ele é diplomata há 29 anos e diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty.

4. A Secretaria Geral da Presidência tem como titular o conselheiro do presidente, Gustavo Bebianno, advogado e faixa preta de jiu-jitsu. Bebianno ficará responsável pelo relacionamento e articulação com as entidades da sociedade civil e a criação e implementação de instrumentos de consulta e participação popular de interesse do poder Executivo e pela elaboração da futura agenda do presidente.

5. Jogando em parceria com a Secretaria de Governo, a Casa Civil é responsável por estar por dentro das principais políticas públicas dos demais ministérios, fazer articulações e auxiliar as decisões do presidente. O artilheiro da pasta é Onyx Lorenzoni, médico veterinário e quatro vezes deputado federal, além de relator do pacote de medidas de combate à corrupção na Câmara.

6. Paulo Guedes é a inovação do time treinado por Bolsonaro. No novo Ministério da Economia, o economista defende a menor participação possível do Estado na economia. Guedes é fundador do Instituto Millenium, sócios do Grupo Bozano, que administra R$ 2,7 bilhões em fundos de investimentos tradicionais e de private equity.

7. Quem assume  a vaga de titular no Ministério do Meio Ambiente é Ricardo de Aquino Salles, que pretende respeitar o setor produtivo, posicionamento alinhado às expectativas do presidente eleito, que defende maior aproximação do ministério com os ruralistas e o fim do que chama “indústria de multas” do Ibama.

8. Roberto Campos Neto joga na posição do Banco Central, que possui status de ministério. Economista, o titular é responsável pelo controle da inflação, aumento e diminuição dos juros.

9. Quem ficou com a responsabilidade de fazer gols no Ministério da Justiça foi Sérgio Moro. Ele ganhou destaque durante a Operação Lava Jato, comandando a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba. Foi Moro quem proferiu a condenação do ex-presidente Lula, sendo a primeira vez na história do Brasil que um ex-presidente foi condenado criminalmente.

10. Na Defesa está Fernando Azevedo e Silva, general do Exército e ex-chefe do Estado Maior.  Silva deverá exercer a direção das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, Exército e Aeronáutica.

11. General Augusto Heleno chegou a ser cotado para ser vice de Bolsonaro durante a campanha eleitoral, mas foi confirmado e alocado no Gabinete de Segurança Institucional, parte da gestão que também é muito ligada ao governo.

No banco, estão: André Luiz de Almeida Mendonça (Advocacia-Geral da União), Bento Costa Lima Leite (Minas e Energia), Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional), Luis Henrique Mandetta (Saúde), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), Marcos Pontos (Ciência e Tecnologia), Osmar Terra (Cidadania e Ação Social), Ricardo Vélez (Educação), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), Tereza Cristina (Agricultura) e Wagner de Campos Rosário (Transparência, Fiscalização e CGU).

RUI FC

Do lado de cá a escalação é um pouco incerta. O governador Rui Costa ainda não anunciou quem fará parte do seu secretariado neste segundo mandato. Mas, até então, Rui conta com um time que, segundo o próprio, é ‘correria’.

1. O titular da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Nestor Duarte, é titular também no time do governo Rui Costa. A questão da segurança pública no estado é uma bola na trave da gestão petista e, há sete anos, Duarte tenta ajudar o time.

2. Walter Pinheiro é jogador no time de Rui pela Secretaria da Educação (Sec). Em 2018, a pasta registrou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) abaixo da meta anual e deu visibilidade a uma fragilidade do governo.

3. Bruno Dauster joga na posição de secretário da Casa Civil do governo Rui Costa e vai permanecer pelos próximos anos de partida.

4. Manoel Vitório assumiu a Secretaria da Fazenda e vai continuar jogando nessa posição nos quatro anos de governo, já garantiu o próprio técnico.

5. Fábio Villas-Boas está a frente da Secretaria da Saúde e tem sido lembrado pelas marcações da fila de regulação, processo do Sistema Único de Saúde (SUS) que divide opiniões.

6. Luiza Maia, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, também joga no time de Rui Costa.

7. A Secretaria da Administração joga com Edelvino Goes na Saeb.

8. Entre os 90 minutos de jogo, Rui substituiu o ex-secretário da Cultura, Jorge Portugal, por Arany Santana, que também deve seguir na pasta.

9. Demir Barbosa integra o tima pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

10. O artilheiro na frente do gol é Maurício Barbosa, camisa 10, que está no time desde antes do governo Rui Costa. A grande movimentação nesse time gira em torno da substituição ou não do atual titular da Secretaria de Segurança Pública. Há uma torcida pela saída de Barbosa da secretaria baseado no crescimento dos índices de violência no estado.

11. Antônio Henrique Moreira fecha a escalação na Secretaria de Planejamento (Seplan).

No banco, estão: Andréa Mendonça (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura), Rodrigo Hita (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação), Paulo Cezar Lisboa (Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social), Jerônimo Rodrigues (Secretaria de Desenvolvimento Rural), Marcus Cavalcanti (Secretaria de Infraestrutura), Geraldo Reis (Secretaria do Meio Ambiente), Fabya dos Reis (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial), Vicente Neto (Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte), José Alves (Secretaria de Turismo), Cibele Carvalho (Secretaria de Relações Institucionais), Julieta Palmeira (Secretaria de Políticas para as Mulheres) e Cássio Peixoto (Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento).

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SÉRGIO MORO: O #FAMOSINHO DO MINISTÉRIO

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, é o braço direito do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mais famosinho entre os brasileiros. É o que apurou a pesquisa Veja, junto com o Instituto Ideia Big Data. De acordo com o levantamento, o ministro é conhecido por 97% da população brasileira. Desse número, 76% aprovam o nome de Moro a frente do Ministério da Justiça.

Em segundo lugar está Paulo Guedes, lembrado por 5% dos brasileiros. Os números indicam um caminho possível para o ex-juiz: apesar de dizer que não é político, o ex-juiz já pode pensar em ser candidato a presidente em 2022.

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COMO SERÁ A POSSE DE JAIR BOLSONARO?

O primeiro dia do ano, pós ano eleitoral, é marcado pelas cerimônias de posse em todo o país: governadores e presidente eleitos discursam em seus respectivos estados e, no caso de Jair Bolsonaro (PSL), eleito para o próximo quadriênio, em Brasília.

Prometendo um sistema de segurança reforçado, o chefe do Executivo Federal tomará posse da sua gestão às 14h, horário de Brasília. Confira como será a cerimônia de posse desde a chegada do ex-deputado:

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ALÉM DE TUDO, PATRIOTA

A segunda-feira (10/12) marcada pela diplomação do presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), chamou atenção para uma imagem que está circulando nas redes sociais. Nela, o deputado federal aparece entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seu vice, Hamilton Mourão, e é o único com a mão no peito durante a reprodução do hino nacional.

A posição é uma referência de respeito e patriotismo à nação, dois valores pregados nos discursos do novo presidente eleito.

Durante o evento, Bolsonaro usou tom de agradecimento. “Agradeço a Justiça Eleitoral pelo extraordinário trabalho, a cada um dos servidores do TSE, Forças Armadas, a todos que participaram da eleição em uma demonstração de civismo e amor ao Brasil”.

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CARLOS MAGNO BOLSONARO DAS REDES SOCIAIS. E SÓ.

O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Carlos Bolsonaro, decidiu poupar as palavras para serem usadas apenas na rede social Twitter. Abordado pela imprensa durante o evento de diplomação do pai, nesta segunda-feira (10/12), Carlos chegou na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avisando: “Não, não. Não vou falar com ninguém, não”. A informação é do site O Antagonista.

Carlos, assim como o presidente eleito, é muito ativo nas redes sociais e, durante o período eleitoral, foi uma das figuras que ficou marcada por responder, provocar e até mesmo discutir com a oposição do capitão no Twitter. Por causa disso, é conhecido como “o filho barulhento” de Bolsonaro.

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SÉRGIO MORO MINISTRO. CRÍTICAS, ELOGIOS, TUITADAS E A INCRÍVEL PREVISÃO DE ALBORGHETTI

É a notícia mais importante e mais comentada do dia no Brasil e também no exterior. A decisão do juiz federal Sérgio Moro, que aceitou o convite para assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro, ficou muitas horas como o assunto número um – disparado! – nos Trend Topics do Twitter mundial.

Sérgio Moro à frente de um “superministério” que une Justiça e Segurança Pública é uma escolha considerada pelo presidente eleito como a mais forte mensagem de que o governo fará um combate tenaz à corrupção e ao crime organizado. A decisão, entretanto, recebeu uma enxurrada de críticas, sobretudo de políticos ligados ao PT, que veem na nomeação a confirmação do caráter político da Lava Jato e a influência da operação nas eleições presidenciais.

O perfil do ex-presidente Lula, no Twitter, relembrou uma reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 2016, quando Moro foi enfático ao dizer que “jamais entraria para a política”.

Os advogados de Lula estão utilizando a situação para fortalecer a narrativa da prisão injusta e motivada por perseguição política.

O cientista polític0 – e recém-eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul – Fábio Ostermann (NOVO) elogiou a escolha de Moro para o ministério e aproveitou para dar uma “alfinetada” no ex-presidente que quase assumiu a Casa Civil no governo Dilma (o que daria foro especial por prerrogativa de função, tirando o processo do tríplex do Guarujá das mãos de Sérgio Moro).

Uma das razões de Lula não ter virado ministro foi um ato de Moro, que divulgou áudio de uma conversa telefônica entre Dilma e Lula, acertando detalhes a respeito da nomeação e da entrega do documento que garantiria a condição de ministro empossado. Muitos juristas criticaram a divulgação do áudio, por ter sido fora do prazo legal (o próprio Moro chegou a admitir que foi um erro).

Os candidatos da chapa derrotada no segundo turno das eleições presidenciais, Fernando Haddad (PT) e Manuela D´ávila (PCdoB), também se manifestaram em postagens que colocam em dúvida a imparcialidade de Sérgio Moro à frente da maior operação de combate à corrupção do país.

Outro presidenciável que comentou a definição do nome de Sérgio Moro como ministro foi João Amoêdo, que desejou sucesso ao magistrado e parabenizou o presidente pela escolha.

O tucano Geraldo Alckmin não falou sobre o assunto nas redes sociais. Aliás, o presidente do PSDB não publica nada desde terça-feira, porém deve ter visto a reação rápida de seu correligionário (mas cada vez menos aliado) João Dória. Assim que terminou a reunião entre Moro e Bolsonaro, o governador eleito de São Paulo disse que Moro é um “patrimônio moral do Brasil” e o novo cargo “sinaliza um novo caminho de transparência e verdade na política brasileira”. Já há quem ouse prever que os dois podem ser adversários numa eventual disputa pelo Planalto em 2022.

Uma opinião surpreendente para alguns antipetistas desavisados foi a do jornalista Reinaldo Azevedo. O colunista que foi o criador do termo “petralha” e se classifica como um representante da direita liberal já escreveu livros com críticas duríssimas ao PT e a Lula. Esta semana, antes mesmo da confirmação da notícia de que Moro assumiria o MJ, Reinaldo publicou vários artigos desaprovando com veemência a possibilidade e destacou que a decisão comprovava o viés “inegavelmente político” da Lava Jato.

Sérgio Moro não deu entrevista ainda, mas publicou uma nota explicando os motivos de ter aceitado o convite de Bolsonaro.

“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Publica na próxima gestão. Apos reunião pessoal na qual foram discutidas politicas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na pratica, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes”.

Uma curiosidade é que a notícia mais impactante deste primeiro dia de novembro foi prevista (e muito desejada) há DEZ ANOS pelo apresentador de TV, Luiz Carlos Alborghetti, que já falava em Sérgio Moro muito antes do juiz se tornar conhecido nacionalmente. Alborghetti morreu em 9 de dezembro de 2009, seis anos antes do início da Lava Jato.

 

 

O TIRO NO PÉ DE REGINA DUARTE

A atriz Regina Duarte voltou a falar do seu apoio a Jair Bolsonaro em entrevista concedida ao jornal O Estado de São Paulo, divulgada na manhã desta sexta-feira (26/10). Nela, Regina classifica algumas declarações do deputado, considerados pela oposição como homofóbicas, como “da boca para fora”.

“Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha”, disse a artista.

A lembrança da atriz é um tiro no pé. Monteiro Lobato é considerado um dos autores mais racistas da literatura brasileira, nascido em um Brasil de 1882, seis anos antes do fim do regime escravista no país. Regina Duarte quer justificar 2018 com o que aconteceu antes de 1888, quando a escravidão foi finalmente abolida.

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