LUÍZA QUEM?

A coluna Radar, da Veja, atualmente assinada pelo jornalista Maurício Lima, publicou hoje pela manhã uma nota dizendo que o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) estaria arrependido por ter faltado à sabatina organizada pela empresária Luíza Helena Trajano.

De acordo com a nota, “os candidatos tinham que confirmar presença até terça-feira da semana passada – o encontro foi na quinta. Em um primeiro momento, Bolsonaro de fato negou o convite, mas depois se arrependeu e quis participar”.

A resposta de Bolsonaro veio hoje à tarde, num texto de pouquíssimas palavras, postado no Twitter:

“Quem é Luíza Trajano?”.

Luíza Trajano é a dona da rede de lojas de varejo, Magazine Luíza, e é uma das mulheres mais ricas do país, com fortuna superior a R$ 1,5 bilhão.

Tanto Jair Bolsonaro como Luíza Helena Trajano conversaram recentemente com a equipe do Linha de Frente. Confira as entrevistas exclusivas nos vídeos abaixo:

DORMIU NO PONTO, CAPITÃO!

O registro no TSE da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República revelou aos eleitores uma curiosidade que mostra o pouco cuidado do parlamentar com as aplicações financeiras. E não estou me referindo a propostas do candidato para a economia do país, mas às decisões do deputado com relação aos próprios investimentos.

Na declaração de bens, consta que Bolsonaro optou pela Caderneta de Poupança para aplicar parte considerável de suas economias. O candidato, que declarou possuir R$ 2,285 milhões em patrimônio, tem R$ 408 mil na Poupança. Duvido que Paulo Guedes, o homem escolhido para comandar a economia num eventual governo Bolsonaro, recomendasse uma aplicação tão pouco vantajosa. O rendimento dos últimos doze meses não chegou a 5%. Das opções mais conservadoras, o CDB, por exemplo, rendeu 6,83%, o Tesouro Direto pré-fixado rendeu entre 8 e 9%. Perdeu, Capitão!

BOLSONARO LIDERA 2

No mesmo levantamento encomendado pela XP Investimentos ao Ipespe, Bolsonaro também aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos candidatos. Neste cenário, o parlamentar do PSL aparece com 17% contra 15% de Lula. Geraldo Alckmin e Ciro Gomes dividem a terceira colocação, empatados com 3%. é muito alto o número de brancos, nulos e indecisos, que somam 58%.

BOLSONARO LIDERA

A XP investimentos divulgou esta manhã o resultado da primeira pesquisa para a Presidência da República realizada após o fim das convenções dos partidos, ou seja, com todos os candidatos já conhecidos e oficializados. O levantamento foi feito pelo Ipespe e no cenário que não inclui o ex-presidente Lula – inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa – Bolsonaro lidera com mais que a soma do segundo e terceiro colocados. Importante destacar que a pesquisa também não inclui o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o candidato a vice escolhido por Lula e que, provavelmente, será o candidato do PT à presidência.

Confira o resultado da pesquisa feita entre os dias 6 e 8 de agosto:

Jair Bolsonaro – 23%
Marina Silva – 12%
Geraldo Alckmin – 10%
Ciro Gomes – 9%
Alvaro Dias – 5%
Manuela D’Ávila – 3%
Henrique Meirelles – 3%
Guilherme Boulos – 1%

A pesquisa está registrada no TSE com o código BR-08988/2018

1º ROUND NO TWITTER: QUEM LEVOU A MELHOR ENTRE PRESIDENCIÁVEIS?

Não é só a cadeira do Planalto que os candidatos à Presidência da República querem ocupar. Os Trends Topics do Twitter também são um indicativo importante nas eleições 2018. É a partir deles que as equipes de comunicação dos candidatos conseguem acompanhar o que os internautas estão achando da participação de cada um em debates como o da noite da última quinta-feira (9/8), na Bandeirantes.

Assim que começou o evento, os líderes do Twitter eram Bolsonaro (PSL) (#EstouComBolsonaro), Boulos (Psol) (#BoulosnaBand) e Lula (PT) (#DebatecomLula). O petista não participou do debate porque está preso em Curitiba desde 7 de abril deste ano, mas foi citado porque o PT realizou um debate paralelo ao da emissora, na internet.

Trends às 22h, no início do debate

Ao final do segundo bloco, apareceram Ciro Gomes (PDT) (#CiroNaBand), Alvaro (Podemos) (#Alvaro) e Cabo Daciolo (Patriota) (#CaboDaciolo).

Trends às 00h, no final do segundo bloco do debate

Na rede social, o ranking de mais citados ficou assim: Bolsonaro encabeçando entre os mais comentados na rede social, Cabo Daciolo em segundo lugar, Alvaro Dias em terceiro, Boulos em quarto, Marina Silva (Rede), que apareceu pela primeira vez no espaço apenas no final do debate, e Ciro Gomes.

Trends às 1h, no final do debate

Ficaram sem expressão na rede social o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB), e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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SEM TETO E SEM TATO

A temperatura começou alta no debate da Band entre candidatos à Presidência da República. No primeiro embate entre candidatos, Guilherme Boulos partiu para o ataque. Em menos de um minuto conseguiu fazer dezenas de acusações a Jair Bolsonaro. Chamou o deputado de racista, machista e homofóbico, insinuou enriquecimento ilícito do concorrente, falou sobre uma suposta funcionária fantasma, acusou de imoralidade no uso do apartamento funcional. A tática de guerrilha é campo que ambos dominam, mas o capitão do exército, bem à frente do psolista nas pesquisas, resolveu apostar na estratégia “Jairzinho Paz e Amor”, evitando um confronto mais violento e encerrando antes do fim do tempo da tréplica  dizendo “não vim aqui pra bater boca com um cidadão desqualificado”

 

 

OS DOIS HOMENS DE BOLSONARO

os dois homens de bolsonaro

Se “Dona Flor e seus dois maridos” tivesse uma versão sob a perspectiva da política, o candidato à Presidência do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), estrelaria junto com os dois candidatos à chefe do executivo estadual baiano José Ronaldo (DEM) e João Henrique Carneiro (PRTB).

Nem Jorge Amado conseguiria dar conta das reviravoltas que aconteceram no período que antecedeu a formação da chapa majoritária do PSC nas eleições 2018. Durante visita à Bahia, em maio deste ano, o deputado federal preferiu se calar diante do questionamento sobre quem apoiaria na corrida para o Palácio de Ondina neste ano. “Mais prudente”, revelou ao Aratu Online.

Mas, diferente da obra do autor baiano, Bolsonaro não poderia concorrer ao cargo apoiando os dois e precisou escolher entre o ex-prefeito de Salvador e o candidato apoiado pelo atual cacique do DEM na capital baiana, ACM Neto. Na dividida, ganhou João Henrique, que compartilha a sigla com general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro.

PAULISTAS DIVIDIDOS ENTRE BOLSONARO E ALCKMIN, APONTA PESQUISA

Boa notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro (PSL): no maior colégio eleitoral do país, estado com predominância do PSDB, o deputado está na frente do ex-governador Geraldo Alckmin, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte ao Instituto MDA. Ganha de 18,9% contra 15% do tucano, na simulação estimulada. O levantamento foi aplicado apenas com eleitores de São Paulo.

Péssima notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro: a distância, que já foi  de quase o triplo, está reduzida a um empate técnico, já que a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Na sequência, aparecem Marina Silva (REDE), com 8,4%, e Fernando Haddad, atualmente candidato a vice de Lula pelo PT, com 8,3%. Ciro Gomes (PDT) tem 6%, seguido por Álvaro Dias (1,8%), Manuela D´Ávila (PC do B, atualmente integrando a chapa do PT), com 1,7, Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1,1%, e Henrique Meirelles, com 1%. Os demais candidatos ficam com frações.

No cenário hipotético em que Lula tivesse a candidatura deferida pelo TSE, a pesquisa aponta o petista em primeiro lugar, com 21,8%, seguido por Bolsonaro e Alckmin, com 18,4% e 14%, respectivamente.

 

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