“Eu vim de graça” na manifestação #PTnao no Farol da Barra; veja vídeo

Cerca de 5 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram do ato #PTnao, realizado na manhã deste domingo, no Farol da Barra. Um dos gritos mais repetidos no evento foi “eu vim de graça”. Alguns manifestantes adotaram uma embalagem de papelão escrita com “caixa 2”, como forma de ironizar denúncias de abuso de poder econômico pelo candidato Jair Bolsonaro, com mensagens em massa via whatsapp.

Os militantes ouvidos na reportagem eram advogados, profissionais liberais, pastores evangélicos. A maioria dos manifestantes vestia camisas amarelas, ou uniformes da seleção brasileira de futebol. Alguns carregavam bandeiras do Brasil. Dois trios elétricos foram usados no protesto, realizado também em mais de 30 cidades no país.

Entre os políticos participantes, os candidatos a deputado federal Rogério Tadeu da Luz (PRTB), Cézar Leite (PSDB), Cláudio Silva (PHS), a candidata a vice de José Ronaldo, Mônica Bahia (PSDB), e o candidato ao senado Irmão Lázaro (PSC), todos que não conseguiram reeleição.

Assista o vídeo com a transmissão ao vivo:

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IRMÃO LÁZARO CONTRA “EXALTAR MINORIAS”; veja vídeo

Candidato que ficou na terceira colocação para duas vagas ao senado na Bahia, Irmão Lázaro (PSC) fez declaração polêmica no ato pró-Bolsonaro neste domingo (21), no Farol da Barra, em Salvador. “Os homossexuais, com certeza, serão olhados como gente. O que a gente não pode é exaltar as minorias”.

Em cima de um trio elétrico, o pastor e ex-cantor do Olodum, continuou o discurso pregando união do país. “Nós vamos melhorar a votação de Bolsonaro aqui na Bahia. Uma coisa é certa: ele já sabe que nós existimos. Jair Bolsonaro sabe que a campanha que nós fazemos por ele aqui na Bahia não é com interesse político”, declarou ele, após afirmar que “tomou um café” com Bolsonaro, três dias antes.

Atualmente deputado federal, Lázaro teve mais de 1.830.000 votos para senador, totalizando 15,37% dos votos válidos.

Veja o vídeo:

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BOLSONARO SOBRE HADDAD: “CANALHA, VAGABUNDO”; veja vídeo

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) chamou o adversário Fernando Haddad (PT) de “canalha” e vagabundo” em live transmitida no próprio canal do youtube. Reagindo a acusações de caixa 2 em lotes de mensagens por whatsapp, ele mostrou o livro “Em Defesa do Socialismo”, escrito por Haddad. “Eu fui obrigado a gastar um dinheirinho para comprar esse lixo aqui”.

Bolsonaro disse ser alvo de notícias falsas que seriam disseminadas pelo PT contra ele, como a informação de que ele quer acabar com o Ministério da Educação. “Isso é coisa de canalha, só um canalha, vagabundo para fazer uma coisa dessa”.

VEJA O TRECHO DO VIDEO:

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BOLSONARO CLASSIFICA DENÚNCIA DE COMPRA DE MENSAGENS NO WHATSAPP COMO “APOIO VOLUNTÁRIO”

Diante da denúncia do jornal Folha de S. Paulo, que afirmou que empresas que apoiam o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) estão comprando pacotes de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores para circular no WhatsApp, o deputado federal se pronunciou. “Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência”, declarou.

De acordo com publicação, cada contrato chega a R$ 12 milhões e tem o objetivo de disparar um volume significativo de mensagens anti-PT na rede social WhatsApp, o que ajudaria na campanha do candidato à Presidência. O esquema, ainda segundo a Folha, usa a base de usuários do candidato Jair Bolsonaro e contatos vendidos por agências especializadas no âmbito digital.

A prática viola a lei eleitoral porque a doação não foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela compra de lista de terceiros, quando o permitido é apenas dos próprios candidatos e aliados. Ainda na tarde desta quinta-feira (18/10), o PT entrou com ação contra as empresas e o próprio Bolsonaro, por propaganda ilegal.

De acordo com o site Uol, no ofício enviado pelo PT, a sigla pede ainda que o WhatsApp apresente, em até 24 horas, um plano para conter o “disparo em massa” de mensagens que seriam ofensivas a Haddad e aos partidos que integram a coligação.

Em sua conta oficial no Twitter, Bolsonaro classificou a ação como “apoio voluntário”:

 

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NEM CHAME O MEIRELLES

Após não alcançar o segundo turno das eleições 2018, o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) tirou o time de campo. E nem adianta #ChamarOMeirelles! O emedebista já avisou que não vai apoiar nenhum dos dois candidatos ao cargo de presidente da República, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

“Não apoio candidatos no segundo turno. Defendo e apoio uma agenda de trabalho com propostas de responsabilidade e competência. Quero que o Brasil tenha um governo que cuide dos recursos públicos como cada um cuida dos recursos de sua casa”, escreveu Meirelles em sua rede social nesta quarta-feira (10/10).

O ex-ministro teve pouco mais de 1,2% dos votos válidos.

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BOLSONARO E RATINHO: FAKENEWS

O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, desmentiu, em vídeo, o boato que circula na internet de que Jair Bolsonaro (PSL) concederia entrevista exclusiva em seu programa noturno do SBT. O comunicador classificou como fakenews. “Juridicamente, eu não posso entrevistar ninguém. Não acreditem em nada que eu não confirme, tudo o que eu faço eu coloco na minha rede social”.

Bolsonaro, líder de todas as pesquisas para o Planalto, declarou que não participará do debate da Globo, nesta quinta (4), seguindo recomendação médica.

Veja vídeo do desmentido de Ratinho:

Os militantes do capitão reformado identificaram como um apoio velado de Ratinho ao candidato a declaração dada pelo comunicador num programa ao vivo, em 2016. Na ocasião, o apresentador disse que “se aparecer no horário eleitoral algum general do Exército, da Marinha, ou da Aeronáutica dizendo eu sou candidato, ele ganha a eleição”.

Comentando uma onda de assaltos na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o empresário e comunicador disse que “todo mundo está de saco cheio” da violência.

Veja o vídeo:

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Neto diz que “ainda dá tempo para mudar” mas não cita Alckmin; veja vídeo

Um dos coordenadores nacionais da campanha de Geraldo Alckmin, o prefeito de Salvador, ACM Neto, condenou os radicalismos na disputa eleitoral e disse que “nós precisamos de um país unido, em que as pessoas deem as mãos, para que possamos superar a mais grave crise econômica, social e política da nossa história”.

O vídeo, publicado na noite deste sábado (29), foi motivado pela grande adesão às manifestações pró e contra Jair Bolsonaro em mais de 50 cidades do país. Em nenhum momento, Neto propõe o nome do tucano Geraldo Alckmin para a polarização que ele mesmo identificou.

“De um lado, as pessoas vão para a rua gritar “Ele Não”, são aqueles que são contra Bolsonaro. De outro lado, as pessoas vão para a rua gritar “Eles também não”, são aquelas pessoas que não querem o PT de volta”. Ele disse que a ninguém interessa o radicalismos e “ainda dá tempo para mudar”, mas não sugere qual seria o mais indicado candidato para a mudança.

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#ELENÃO, O COISO, BOZONARO

Ainda não há consenso sobre a quantidade de participantes da marcha contra Jair Bolsonaro realizada pelos chamados militantes de esquerda, em Salvador, na tarde deste sábado (29). Os mais otimistas falam em 10 mil pessoas, enquanto aqueles que tentam minimizar sustentam que não passaram de 1,5 mil.

Em faixas e em gritos de ordem e trocadilhos, todos evitavam citar o nome do candidato do PSL, líder nas pesquisas para a Presidência da República. Além da hashtag #elenão, citavam “o coiso” e “bozonaro”. Grande parte usava camisas vermelhas ou alusivas a candidatos do PT, PC do B e PSOL.

Em cada dez participantes, pelo menos sete eram mulheres. O cortejo rodou pelo Campo Grande, liderado por um mini trio onde a cantora Daniela Mercury passou cerca de uma hora, e desceu o Corredor da Vitória em direção ao Farol da Barra.

Clique abaixo e assista a transmissão de parte do evento:

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BOLSONARO PAZ E AMOR; veja o vídeo

Com a presença no segundo turno da eleição presidencial cada dia mais perto, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) encarnou o discurso de conciliação e pacto nacional, que lembra o “Lulinha Paz e Amor” da primeira eleição do ex-presidente. “Me aponte um ódio meu, agredindo quem quer que seja”. O candidato disse que “há uma certa potencialização em cima disso (discurso de ódio)”. “É a pregação da luta de classe imposta pelo PT”, justificou.

Ele manteve o discurso duro contra suspeitos de crimes. “Sou vítima daquilo que combato. Eu prefiro a cadeia cheia de vagabundos, do que o cemitério cheio de inocentes. O ser humano só respeita o que ele teme: se cometer crime, a punição é quase inexistente, isso é um estímulo”.

A entrevista, exclusiva, foi concedida no quarto do hospital para o jornalista Augusto Nunes, da rádio Jovem Pan de São Paulo. “Chegando lá, nós quebraremos o sistema”. Ele disse que não vai aceitar mais indicações políticas para as cerca de 150 estatais do governo. “Esses caras que falam que eu sou contra a democracia, na verdade, eu sou contra os esquemas deles”. Sobre privatização, revelou que vai privatizar “muitas”.

Clique e assista a entrevista:

Ele considerou que o Adélio Bispo de Oliveira não agiu sozinho. “Ele não é tão inteligente assim, não”. Também fez críticas ao delegado da Polícia Federal que está investigando o caso. “Parece que ele está querendo abafar o caso, pelo que vi ele falando sobre o depoimento do criminoso parece que ele está querendo proteger”.

Caso seja eleito presidente, ele disse que “não vai ficar dando ouvido a entidades de direitos humanos que falam dos presidiários em más condições. Quem estaria em péssimas condições seria minha família, caso eu tivesse morrido”.

O líder das pesquisas confirmou que não vai fazer mais campanha na rua. Ele disse que deve receber alta na sexta (28) e a partir de segunda (1°) vai continuar com lives para os eleitores transmitidas de casa mesmo.

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Álvaro Dias chama Bolsonaro de “bandido”, “vagabundo” e diz que ele “está quase morto”; veja vídeo

Durante ato de campanha no interior do Paraná, o presidenciável Álvaro Dias (Podemos) não escondeu a irritação ao ouvir o nome de Jair Bolsonaro. Ele disse que o líder das pesquisas “está quase morto” e o chamou de “bandido” e “vagabundo”. Na pesquisa DataFolha divulgada na madrugada desta quinta (20), Bolsonaro aparece com 28% das intenções de voto, enquanto Álvaro Dias é o sétimo colocado, com 3%.

O desabafo foi registrado em um vídeo gravado em celular. Dias cumprimentava eleitores quando alguém falou: “Amigo, no final, colabora com o Bolsonaro.”

O ex-governador do Paraná reagiu:

“Deus me livre! Vocês querem destruir o Brasil? Isso [Bolsonaro] não sabe nada, isso é um bandido! Trinta anos [no Congresso], só fez pra ele e pra família. [Não fez] Nada! Isso é um vagabundo total! E ele tá quase morto. Tá quase morto. Não ganha [de] ninguém no segundo turno. Vocês estão enganados, vocês estão enganados. E eu tô bravo, eu tô bravo.”

Veja o vídeo:

Dias continuou posando para fotos, mas prosseguiu:

“Vocês querem honestidade, ou querem pilantragem? Malandro das praias cariocas não vai fazer nada pelo Paraná, não. Eu vou dizer: ele é vagabundo. Se não fosse a facada, eu estaria destruindo ele hoje. Ele é vagabundo.”

O eleitor ainda tentou contemporizar dizendo que há outros candidatos piores. Dias, com expressão menos nervosa do que no início, tentou consertar: “É, mas tem que votar no melhor, hein, não tem que votar no pior”.

Na continuação, o candidato revelou que se tratava de um desabafo e chegou a pedir “desculpa [por] alguma coisa”.

As últimas semanas de campanha no primeiro turno prenunciam guerra e baixaria.

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