FHC ESTREIA NO TWIITTER PARA DEFENDER ALCKMIN

“Para início de conversa, deixo claro: meu candidato é o Alckmin e vamos ganhar.”

Com esta frase inicial, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso mostrou o maior motivo para ter aderido ao twitter. O líder tucano iniciou postagens neste 16 de agosto.

A descrição do perfil dele é simples: “Sociólogo e professor universitário. Fui Ministro da Fazenda e coordenei o Plano Real. Fui presidente da República em dois mandatos (1995-2002)”.

A ação ocorre um dia após uma polêmica declaração ao repórter Matheus Meirelles, da rádio Jovem Pan. O ex-presidente citou uma possível aliança com o PT para evitar a eleição de Bolsonaro em um hipotético segundo turno. “Espero que o PSDB vá para o segundo turno e acho que o PT espera a mesma coisa, mas dependendo das circunstâncias, eu não teria nenhuma objeção a isso”.

A respeito da hecatombe política provocada pela resposta, o sociólogo fez uma publicação rebatendo e alfinetando os problemas do PT com a justiça: “Tempestade em copo de água. Reafirmo, Alckmin irá ao segundo turno. Voto não se despreza. Mãos à palmatória: não fui claro nas declarações e ficou a suspeita de alianças fora de hora e propósito. Sou contra intolerâncias políticas. Outra coisa é corrupção. Justiça nela!”

A conta de FHC (@fhc) já nasceu verificada e ainda não chegou aos 10 mil seguidores. Já a conta @lulaoficial, que existe desde julho de 2014, tem 395 mil seguidores.

Em entrevista ao Linha de Frente, o deputado federal e presidente do PSDB na Bahia, João Gualberto, foi taxativo ao dizer que, se fosse FHC, “não apareceria no horário eleitoral pedindo voto para Geraldo”.

Assista a entrevista completa aqui:

Linha de Frente Eleições 2018 – João Gualberto, Dep Federal PSDB

Linha de Frente Eleições 2018 – João Gualberto, Deputado Federal PSDB (Ba): “Bolsonaro cresceu porque foi o primeiro político a falar mal do PT abertamente”

Gepostet von Aratu Online am Mittwoch, 15. August 2018

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SÓ FALTAM DOIS

Manhã do dia 15, prazo estourando e onze presidenciáveis oficializaram a candidatura e já aparecem no site do TSE. Os dois que faltam são os políticos que mais se candidataram ao cargo máximo da República desde o fim do regime militar. Os nomes de José Maria Eymael e de Luis Inácio Lula da Silva ainda não foram registrados. Eymael – o Democrata Cristão famoso pelo marcante jingle de campanha – foi candidato em 1998, 2006, 2014 e vai tentar novamente agora em 2018.

Lula – que está condenado em segunda instância e preso por corrupção e lavagem de dinheiro – foi candidato em 1989, 1994, 1998, ganhou em 2002 e se reelegeu em 2006. O registro da candidatura é um dos atos de campanha do PT, que reuniu a militância para uma manifestação em Brasília. O ex-presidente cumpre os requisitos para ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que, ironicamente, foi sancionada por ele, quando governava o país. Por estar preso em Curitiba, caberá a Fernando Haddad, o vice da chapa, a tarefa de entregar os documentos ao TSE.

LULA LIDERA

A pesquisa também apresentou um cenário com Lula na lista de candidatos. O ex-presidente tem 31% das intenções de voto, o maior número desde o primeiro levantamento XP/Ipespe realizado em 15 de maio. Jair Bolsonaro aparece 12 pontos abaixo, com 19%, seguido de um empate técnico quádruplo entre Geraldo Alckmin (9%), Marina Silva (8%), Ciro Gomes (6%) e Álvaro Dias (5%).

BOLSONARO LIDERA 2

No mesmo levantamento encomendado pela XP Investimentos ao Ipespe, Bolsonaro também aparece em primeiro lugar na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos candidatos. Neste cenário, o parlamentar do PSL aparece com 17% contra 15% de Lula. Geraldo Alckmin e Ciro Gomes dividem a terceira colocação, empatados com 3%. é muito alto o número de brancos, nulos e indecisos, que somam 58%.

BOLSONARO LIDERA

A XP investimentos divulgou esta manhã o resultado da primeira pesquisa para a Presidência da República realizada após o fim das convenções dos partidos, ou seja, com todos os candidatos já conhecidos e oficializados. O levantamento foi feito pelo Ipespe e no cenário que não inclui o ex-presidente Lula – inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa – Bolsonaro lidera com mais que a soma do segundo e terceiro colocados. Importante destacar que a pesquisa também não inclui o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o candidato a vice escolhido por Lula e que, provavelmente, será o candidato do PT à presidência.

Confira o resultado da pesquisa feita entre os dias 6 e 8 de agosto:

Jair Bolsonaro – 23%
Marina Silva – 12%
Geraldo Alckmin – 10%
Ciro Gomes – 9%
Alvaro Dias – 5%
Manuela D’Ávila – 3%
Henrique Meirelles – 3%
Guilherme Boulos – 1%

A pesquisa está registrada no TSE com o código BR-08988/2018

1º ROUND NO TWITTER: QUEM LEVOU A MELHOR ENTRE PRESIDENCIÁVEIS?

Não é só a cadeira do Planalto que os candidatos à Presidência da República querem ocupar. Os Trends Topics do Twitter também são um indicativo importante nas eleições 2018. É a partir deles que as equipes de comunicação dos candidatos conseguem acompanhar o que os internautas estão achando da participação de cada um em debates como o da noite da última quinta-feira (9/8), na Bandeirantes.

Assim que começou o evento, os líderes do Twitter eram Bolsonaro (PSL) (#EstouComBolsonaro), Boulos (Psol) (#BoulosnaBand) e Lula (PT) (#DebatecomLula). O petista não participou do debate porque está preso em Curitiba desde 7 de abril deste ano, mas foi citado porque o PT realizou um debate paralelo ao da emissora, na internet.

Trends às 22h, no início do debate

Ao final do segundo bloco, apareceram Ciro Gomes (PDT) (#CiroNaBand), Alvaro (Podemos) (#Alvaro) e Cabo Daciolo (Patriota) (#CaboDaciolo).

Trends às 00h, no final do segundo bloco do debate

Na rede social, o ranking de mais citados ficou assim: Bolsonaro encabeçando entre os mais comentados na rede social, Cabo Daciolo em segundo lugar, Alvaro Dias em terceiro, Boulos em quarto, Marina Silva (Rede), que apareceu pela primeira vez no espaço apenas no final do debate, e Ciro Gomes.

Trends às 1h, no final do debate

Ficaram sem expressão na rede social o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (MDB), e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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ENQUANTO ISSO… NA INTERNET

Na Band, candidatos em liberdade e autorizados pela Justiça debatem. Enquanto isso, o PT realiza um “debate” paralelo ao vivo pelo YouTube. Gleisi Hoffman, Fernando Haddad, Manuela D’Ávila e José Sérgio Gabrielli conversam em um cenário que tem o nome de Lula ao fundo. O ex-presidente aparece em vídeos de depoimentos antigos. Internautas participam ativamente (e agressivamente) no espaço reservado aos comentários em tempo real.

DOMINGO NO PLANALTO

O baiano Gilberto Gil abre uma das mais geniais composições da música brasileira, Domingo no Parque,  com os versos “O rei da brincadeira. Ê, José! O rei da confusão. Ê, João!”. A canção é de 1967 e trata de um crime sangrento. Cinquenta e um anos depois, o mesmo Gilberto Gil voltou a falar sobre crimes envolvendo um outro João e um outro José.

Interrogado hoje pelo juiz Sérgio Moro, o músico, que foi Ministro da Cultura de 2002 a 2008, é uma das testemunhas de defesa do ex-presidente Lula na ação penal que trata do sítio de Atibaia. Moro fez poucas perguntas e as respostas de Gil foram lacônicas.

Moro – O senhor conheceu o ex-ministro José Dirceu?

Gilberto Gil – Sim. Claro.

Moro – Teve conhecimento do envolvimento do senhor José Dirceu em algum esquema de corrupção?

Gilberto Gil – Não.

Moro – O senhor conheceu o senhor João Santana?

Gilberto Gil – Sim

Teve conhecimento do envolvimento do senhor João Santana em alguma esquema de corrupção?

Gilberto Gil – Não

As mesmas perguntas foram feitas sobre a relação com Antônio Palocci e Gilberto Gil deu as mesmas respostas.

O interrogatório foi por videoconferência e, antes, o artista e ex-ministro respondeu às perguntas formuladas pelo advogado de Lula, Cristiano Zanin.

Confira o vídeo:

 

QUEM DIRIA…

Na conta de twitter do ex-presidente Lula (@LulaOficial), chama atenção uma postagem com a foto de um senhor branco, calvo, de óculos com armação vermelha e a afirmação, em legenda, de que “Lula foi condenado sem provas”.

O sujeito da imagem é o colunista de política da Folha de São Paulo, Band News e Rede TV, Reinaldo Azevedo, que é autor dos livros O País dos Petralhas e O País dos Petralhas 2. Além de ter sido o criador do termo petralha, o jornalista já foi incluído, em 2014, numa lista negra de profissionais da imprensa que seriam os “pitbulls da grande mídia” e os maiores inimigos do Partido dos Trabalhadores. A lista criada pelo então vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, citava também Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes Diogo Mainardi, Lobão, além dos humoristas Danilo Gentili e Marcelo Madureira.

Em seu blog, Reinaldo Azevedo também já disse que “o povo é laranja do PT. Quanto mais pobre, mais suco rende” e que “o petismo é como contaminação radioativa. Deixa um resíduo tóxico de longuíssima duração e cria deformidades. Sobretudo morais e intelectuais” e ainda que “para um petista legítimo, a coerência é uma cruz que só os adversários devem carregar”, mas essas frases não foram publicadas no twitter do chefão petista.

PAULISTAS DIVIDIDOS ENTRE BOLSONARO E ALCKMIN, APONTA PESQUISA

Boa notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro (PSL): no maior colégio eleitoral do país, estado com predominância do PSDB, o deputado está na frente do ex-governador Geraldo Alckmin, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte ao Instituto MDA. Ganha de 18,9% contra 15% do tucano, na simulação estimulada. O levantamento foi aplicado apenas com eleitores de São Paulo.

Péssima notícia para os simpatizantes de Jair Bolsonaro: a distância, que já foi  de quase o triplo, está reduzida a um empate técnico, já que a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Na sequência, aparecem Marina Silva (REDE), com 8,4%, e Fernando Haddad, atualmente candidato a vice de Lula pelo PT, com 8,3%. Ciro Gomes (PDT) tem 6%, seguido por Álvaro Dias (1,8%), Manuela D´Ávila (PC do B, atualmente integrando a chapa do PT), com 1,7, Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1,1%, e Henrique Meirelles, com 1%. Os demais candidatos ficam com frações.

No cenário hipotético em que Lula tivesse a candidatura deferida pelo TSE, a pesquisa aponta o petista em primeiro lugar, com 21,8%, seguido por Bolsonaro e Alckmin, com 18,4% e 14%, respectivamente.

 

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