30 anos de axé: Alexandre Peixe, o rei de sucessos da música baiana

Fonte: Da redação

Crédito da Foto: Divulgação

No ano em que se comemora os 30 anos do Axé Music, o Aratu Online homenageia os grandes nomes que marcaram a história do ritmo na Bahia e no Brasil. Faltando apenas 7 dias para o Carnaval, o portal realiza uma contagem regressiva, onde a cada dia um artista será o protagonista desta história de muito sucesso.

Alexandre Lima Vasconcelos, o Alexandre Peixe, 40 anos, vive e alimenta a axé music há pouco mais de duas décadas. Desde 1993, quando teve a sua primeira canção gravada por Ricardo Chaves, ele não parou mais de compor para os maiores nomes do ritmo, e tem se destacado por ser um fazedor de sucessos, que tem se destacado nas vozes dos principais representantes da música baiana.

Contudo, a história profissional de Alexandre Peixe e sua relação mais séria com o universo musical teve início em 1998, quando ele participou da banda Baranga Pintada. O projeto durou apenas um ano, mas foi fundamental para que o artista decidisse que o seu futuro estaria conectado ao universo musical. Fora da banda, ele começou a compor cada vez mais, quase sempre em parceria de Beto Garrido, que era tecladista do grupo.

A partir daí, Peixe entrou de vez no mundo do axé. O então compositor teve músicas gravadas por Chiclete com Banana (Nana Ê/100% Você), Ivete Sangalo (Tá tudo bem), Asa de Águia (Me liga), Claudia Leitte (Me chama de amor), além de nomes como Daniela Mercury e Cheiro de Amor. A música “Voa, Voa” foi sucesso na voz de Bell Marques e eleita a canção do Carnaval de 2003.

Fora da música baiana, suas composições também já foram gravadas por representantes de outros ritmos e estilos como Jorge & Mateus, Michel Teló, Bruno e Marrone, César Menotti e Fabiano, Maria Cecília & Rodolfo, Rastapé, KLB, entre outros.

Com o passar dos anos, o universo da composição passou a não ser suficiente para Peixe que, em 2005, resolveu se aventurar como cantor e fez sucesso com os ensaios do Harém e com o projeto “Axé das Antigas”, onde relembrava os sucessos dos primórdios do ritmo.

Desde então, ele tem registrado a sua obra em CDs e DVDs, sempre com a marca da batida e ritmos baianos, se consolidando como um novo velho nome do axé. Com a celebração dos 30 anos da música, ele merece ser lembrado como aquele que construiu a sua história através das letras e melodias que continuam a embalar os amantes da folia.