A Máquina que Dobra o Nada estreia no Teatro Módulo neste domingo

Fonte: Da redação

Com 10 anos de carreira e 22 peças no currículo, Caio Rodrigo já trabalhou com os principais diretores da cena teatral baiana: Fernando Guerreiro, Harildo Déda, Nehle Franke, Hebe Alves, Paulo Cunha, entre muitos outros nomes importantes das artes cênicas. Essas experiências com encenadores e processos bem distintos geram agora diversos elementos e referências para a criação do espetáculo cênico-musical “A Máquina que Dobra o Nada”.

A peça gira em torno da amizade entre um garoto e um cientista, que juntos planejam criar uma máquina fantástica, capaz de dobrar o nada. Inspirada nos neologismos e poemas de Manoel de Barros, a história revela a busca incessante de um homem que luta contra a descriatividade resultante do envelhecimento.

Contemplada pelo edital Arte Todo Dia, lançado pela Fundação Gregório de Mattos (órgão da Prefeitura de Salvador), a montagem marca ainda o lançamento do ARTESANIA, Núcleo de Investigaçao em Arte-Educação que tem como principal objetivo investir em estudos e projetos nessa área.

Além de Caio Rodrigo, o grupo conta com Ian Fraser – autor do texto original e que ano passado recebeu o prêmio Jovem Autor Inédito pelo Selo Literário João Ubaldo Ribeiro – e Carmelito Lopes, músico e professor atuante, que também estreia como diretor musical e compõe, em parceria com Letícia Lopes, a trilha sonora inédita do espetáculo. A temporada começa no dia 19/04 e segue até o dia 24/05, sempre aos domingos, 16h. Ingressos por R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira).