Com tema polêmico, Conexão Repórter manteve a vice-liderança no último domingo

Fonte: Da Redação

Crédito da Foto: Divulgação

O Conexão Repórter do ultimo domingo, 10, investigou um escândalo que abala a sociedade médica brasileira. Roberto Cabrini entrevistou com exclusividade o médico Claudio Gomes e o filho dele, Claudio Gomes Junior, presos suspeitos de terem ordenado a morte de outro médico em Recife, Pernambuco. Arthur Azevedo foi morto a tiros em maio de 2014 e o corpo do médico paraibano foi encontrado às margens da BR-101 Sul, em Jaboatão dos Guararapes. No cárcere, pai e filho quebram o silêncio.

Segundo as investigações, desavenças profissionais entre a vítima e o colega teriam motivado o homicídio. Médico renomado e professor de títulos honoráveis, o cirurgião de 57 anos sempre gozou de muito prestígio e fama, até ser acusado de matar seu principal assistente, 21 anos mais novo e um profissional em ascensão. O médico Claudio Gomes já teria tratado, inclusive, do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 2010, por conta de um problema de hipertensão.

“Nós não éramos inimigos. Um factoide foi criado aí dizendo que existia uma desavença entre mim [sic] e o Dr. Arthur.”, ressalta o médico. “Tenho a minha consciência tranquila, muito tranquila. (…) Tem mais uma coisa por trás disso: uma grande armação profissional. (…) Jamais me passaria pela cabeça um ato brutal dessa natureza.”, diz o Dr. Claudio.

Após afirmar que gostaria apenas de dar um susto em Arthur por saber que este falava mal de seu pai, Claudio Jr. se defende: “Eu não mandei matar ninguém. Eu não tinha motivo para mandar matar ninguém”, diz. Durante a reportagem, o filho diz que se sacrificaria pelo pai, afirmando ainda que merece o perdão da esposa de Arthur, já que nunca mandou mata-lo.

Confira a reportagem na íntegra: http://www.sbt.com.br/conexaoreporter