Familiares acusam PMs de atirarem contra garçom durante abordagem em Tancredo Neves

Fonte: Da redação

Crédito da Foto: Reprodução whatsapp

Familiares do garçom Juberson Conceição da Silva, 31 anos, acusam policiais militares das Rondas Especiais (Rondesp), de atirarem contra ele durante uma abordagem policial em um bar no bairro de Tancredo Neves, no último domingo (26). Ainda de acordo com parentes os oficiais, achando que Juberson estava morto, o levaram para a localidade de Cachoeirinha, no Cabula VI, onde plantaram drogas e colocaram uma arma na mão dele, fazendo-o disparar seis tiros.

Atingido na altura do peito, Juberson foi socorrido e conduzido para o Hospital Roberto Santos onde, segundo os familiares, os policiais se assustaram quando perceberam que ele estava vivo. Os parentes dizem que estão sendo impedidos de visitá-lo na unidade médica e que, apesar de ter recebido liberdade provisória após pagamento de fiança, ele segue custodiado no local.

Em contato com o Aratu Online, a assessoria da Polícia Militar informou que nenhuma denúncia foi registrada até o final da tarde desta quinta-feira (30). Em nota, a corporação aconselha que a família de Juberson “efetue o registro na Ouvidoria da Polícia Militar, através do 0800 284 0011, ou do site institucional (www.pm.ba.gov.br) ou ainda nos postos presenciais para que o fato seja devidamente apurado e as providências adotadas”.

Os postos presenciais da PM ficam localizados no Quartel do Comando Geral, no Largo dos Aflitos, na sede da Corregedoria, localizada na rua Amazonas, Pituba, e nos SACs do Shopping Barra e do Comércio.