Chef Carlos Bertolazzi é implacável com os quatro competidores restantes no reality show

Fonte: Da Redação

Crédito da Foto: Divulgação

Neste sábado, 11 de julho, às 21h30, no SBT, vai ao ar a aguardada semifinal da segunda temporada do reality show “Cozinha Sob Pressão”, sob o comando do Chef Carlos Bertolazzi. Essa é a 12ª semana da atração que possui grande repercussão de audiência e nas redes sócias. Restam apenas quatro participantes na competição, são eles: Hugo Grassi, Filipe Santos, Gabriela Preisegalavicius e Katia Xavier.

Para definir quem serão os três finalistas do reality show, Carlos Bertolazzi será ainda mais implacável. Durante a prova de eliminação, no qual os competidores estão habituados a se dividirem em praças (entradas, massas e risotos, carnes e sobremesas) para atender um restaurante inteiro sob pressão, acontece uma novidade inesperada. Bertolazzi decide trocar as praças de cada participante no meio das tarefas, o que os deixa inseguros e com maior probabilidade de erros, o que pode ser fatal nessa fase da competição.

Confira o perfil dos semifinalistas:

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Filipe Santos
35 anos
Chefe de cozinha da área VIP em um estádio de futebol
Nasceu e mora em Santo André/SP

 

Filipe se envolveu com a cozinha em 2008, quando trabalhava numa padaria. “Foi basicamente por necessidade”, conta.  Depois disso resolveu estudar gastronomia e não parou mais.

Já trabalhou em bistrô, no famoso restaurante DOM, em São Paulo, e, durante a Copa do Mundo, em Manaus. Depois disso passou chefiar a cozinha do Allianz Parque, a arena multiuso do Palmeiras, onde serve o público dos camarotes.

Filipe diz que tem forte influência da culinária brasileira contemporânea e, caso vença o “Cozinha Sob Pressão”, sonha em abrir o próprio restaurante focado na área.

“Eu vou ganhar o programa”, avisa.  Dentre suas especialidades, estão os pratos arroz de garoupa, com escama de peixe frito, e rabada.

Segundo ele, sua inspiração para cozinhar vem da música e que adora ouvir jazz na cozinha. “Acho que Miles Davis tem tudo a ver”. Filipe se sente preparado para enfrentar os desafios do chef Carlos Bertolazzi, mas revela que não é muito familiarizado com o preparo de sobremesas.  Também afirma que a impaciência pode vir a atrapalhá-lo na disputa. “Saber administrar a tolerância é importante”, ressalta.

Ser honesto consigo mesmo é, de acordo com o chef, a chave para obter sucesso e vê no “Cozinha Sob Pressão” uma oportunidade de recomeço profissional. Aos outros competidores ele dá uma dica categórica: “Seja rápido”.

image003Gabriela Preisegalavicius
30 anos
Demi-chef da cozinha fria em um resort
Nasceu em São Paulo/SP
Mora no Rio de Janeiro/RJ

Gabriela era gerente de banco, mas sonhava em fazer o renomado curso Cordon Bleu de gastronomia. “Saí de casa muito cedo e levei sete anos para realizar esse sonho”, diz.
Há três anos, foi para a Austrália estudar na almejada faculdade. Voltou ao Brasil e foi para o Rio de Janeiro trabalhar em cozinha de hotel. Há pouco tempo recebeu uma proposta para trabalhar em Londres, mas optou por participar da segunda temporada do “Cozinha Sob Pressão”.

Descendente de italianos e lituanos, ela se diz apaixonada pela culinária italiana em especial. Adora preparar risotos, mas sua especialidade é o nhoque ao pesto que aprendeu com a avó materna. Afirma estar sempre em busca de novos sabores e que se interessa por gastronomia molecular.

Gabriela considera que seus pontos fortes sejam a determinação e a autenticidade. A impaciência, no entanto, pode atrapalhá-la na disputa.

Dentro do jogo, assim como na profissão, acredita que o bom trabalho em grupo seja a chave para o sucesso. “É só assim que a cozinha anda”, declara. Se faturar o prêmio, quer abrir seu próprio restaurante e conquistar a almejada estabilidade financeira. “Como saí de casa muito cedo, ‘pai-trocínio’ nunca existiu. Sempre tive que ir atrás do meu. Cheguei na Austrália sem nada e fui vender esfiha na praia”, conta.

 

image004Hugo Grassi
28 anos
Chef de cozinha com marca própria (personal chef, consultoria e confeitaria)
Nasceu em Vitória/ES
Mora em São Paulo/SP

 

Hugo afirma que sonhava em estudar jornalismo, mas acabou matriculado no curso de gastronomia. “Sempre fui péssimo na escola e esse era o curso com menos concorrentes”, entrega.
A paixão pelas panelas aconteceu logo depois e hoje não se vê fazendo outra coisa.

Adepto da cozinha contemporânea, o chef diz gostar de englobar influências de diversas partes do mundo em seus pratos, mas tem um carinho especial pela culinária italiana. Também adora usar aqueles produtos que ficam esquecidos na prateleira.

Dentre os pratos que são sua marca registrada, ele cita o risoto de queijo tallegio, com ragu de vitela e chutney de maçã verde, além de doces como o panetone recheado com brigadeiro belga.

Em relação aos desafios do “Cozinha Sob Pressão”, revela que não gostaria de ter que matar um animal pra cozinhá-lo depois. “Acho que esse seria meu ponto fraco”, diz. Hugo já foi dono de restaurante e hoje comanda uma marca especializada em serviços de personal chef, consultoria gastronômica e doces finos.

Segundo ele, seu trabalho atende a clientes do Brasil inteiro. “A minha intenção [no programa] é firmar meu nome em rede nacional”, revela. Boa-praça, ele manda um recado para seus concorrentes do programa: “Abram o olho, que eu não vim aqui a passeio”.

image005Katia Xavier
26 anos
Chef de restaurante
Nasceu em Goiânia/GO
Mora em Belo Horizonte/MG

 

 

Cozinhar sempre foi algo natural na vida de Katia. “Desde pequena eu já fazia bolo para vender na escola”, relembra.

Mas, de início, ela não se via trabalhando na área e queria estudar nutrição. No vestibular, não passou para o curso desejado, mas conseguiu uma vaga na gastronomia. Foi aí que descobriu a paixão pelas panelas.

Trabalha na cozinha desde os 17 anos e hoje é chef num restaurante especializado em peixes e frutos do mar.

Apesar do contato diário com a alta gastronomia, Katia revela ser fã da comida simples e trivial: “Amo feijoada, uma pizza em São Paulo, pamonha em Goiânia. Em Belo Horizonte, eu adoro fígado com jiló. Para comer eu sou mais de raiz, adoro a culinária regional”.

Sem falsa modéstia, diz que se garante em qualquer desafio culinário e que sua especialidade é o camarão à provençal. “Fica divino. Quando faço esse prato, sei que vou agradar quem está comendo”, comenta.

Dentro do “Cozinha Sob Pressão”, sua maior pedra no sapato deve ser trabalhar com confeitaria.

Katia acredita que ser comunicativa vai ajudá-la na competição. “Trabalho bem em equipe e essa é a maior estratégia. Não tem como trabalhar em cozinha sem a outra pessoa do lado”, diz.

Como ponto fraco, ela cita a emotividade: “Sou chorona”.

Se faturar o prêmio do reality show, a chef pretende viajar e trabalhar em restaurantes fora do Brasil, a fim de adquirir mais conhecimento na profissão.

“Cozinha Sob Pressão”, vai ao ar todos os sábados, às 21h30, sob o comando do Chef Carlos Bertolazzi, no SBT.