MPF acusa novo ministro do Meio Ambiente de abuso de poder econômico na eleição

Fonte: Da redação

Crédito da Foto: Imagem Ilustrativa

O futuro ministro de Meio Ambiente, escolhido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), foi acusado, ontem (11/12), pelo Ministério Público Federal (MPF), de abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação nas eleições de 2018. Por esse motivo, o órgão pede a inelegibilidade de Ricardo Salles, por oito anos.

Além disso, ele é acusado de improbidade administrativa por suspeita de ocultação de alterações em mapas de zoneamento ambiental do rio Tietê, na Grande São Paulo, durante o período em que foi secretário de Meio Ambiente do governo de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin (PSDB).

O futuro ministro foi candidato neste ano, pelo partido Novo, à deputado federal, mas não conseguiu se eleger. Hoje ocupa a primeira suplência para o cargo pela sigla.

O MP afirma, ainda, que Salles comprou espaço para 13 anúncios no jornal O Estado de S.Paulo ao custo de R$ 260 mil, em um período fora daquele permitido para se fazer propaganda eleitoral, neste ano. O MPF alega que as propagandas foram travestidas “de propaganda institucional da pessoa jurídica ‘Movimento Endireita Brasil’, entidade da qual ele é um dos fundadores.

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