Seis “ecopontos” receberão entulhos e outros resíduos de pequenos geradores em Salvador

Fonte: Da redação

Crédito da Foto: Divulgação/Agecom

Seis “ecopontos” para descarte de entulho, restos de poda e cacarecos, a exemplo de móveis e eletrodomésticos velhos, estarão em pleno funcionamento na cidade até o final do ano. Está aberto ao público o ecoponto localizado no Itaigara, atrás do Hiperposto, onde pequenos geradores desses resíduos podem fazer o descarte regular, evitando acúmulo desses materiais pela cidade. O espaço funciona de segunda a sábado, das 7h às 17h. Serão instalados novos ecopontos no Vale da Muriçoca (Federação), Curralinho (Boca do Rio), Sussuarana, e em outros locais ainda em definição, sob coordenação da Limpurb.

Nos ecopontos é possível fazer o descarte de até 2 m³ de resíduos. Acima disso, o produtor precisa contratar serviço especializado para o descarte no aterro de inertes, localizado próximo ao viaduto de Águas Claras. Descartar esses materiais em vias públicas é prática irregular e passível de multa, que pode variar entre R$ 800 (pequenos geradores) a R$ 2,4 mil (grandes geradores). No caso de empresas que cometem a infração, as penalidades podem incluir apreensão de veículos usados na prática irregular e outros equipamentos. Além do pagamento da multa, a empresa também é responsável pela coleta do material que foi dispensado em vias públicas irregularmente.

O presidente da Limpurb, Tiago Correia, afirma os ecopontos resolverão problemas de acúmulo em áreas como Cidade Jardim, Curralinho, Abaeté e Piatã, por exemplo. “O descarte nos ecopontos acontece com controle. Um fiscal anota a placa do veículo que faz esse descarte para evitar, por exemplo, que um grande gerador faça várias descargas de entulho num mesmo dia, em pequenos volumes. O grande gerador tem de contratar serviço especializado, e é importante também que se cobre da empresa contratada um comprovante do descarte regular no aterro de inerte para evitar que o resíduo seja descarregado em qualquer lugar, sem preocupação com a cidade”, acrescenta Correia.